Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

Carta na "Sexta" do "Público"

Jornal "PÚBLICO", 23-Maio-2008, supl. gratuito "SEXTA"(Além- Guadiana,
Olivença)


ALEGRIAS DA LUSOFONIA
Numa época em que tanta gente parece descrer das capacidades de Portugal e dos portugueses para se afirmarem na Europa e no Mundo enquanto País, cultura, e até língua, é sempre agradável encontrar um acontecimento que contraria esta estranha epidemia. Assim, de forma totalmente independente, e não pretendendo entrar em polémicas sobre os problemas (complexos!) da soberania sobre a Região, foi criada, em Olivença, a 19 de Abril deste ano de 2008, a “Além Guadiana” (Blogue «
http://alemguadiana .blogs.sapo. pt») , associação sem fins lucrativos com o objectivo de fomentar a cultura portuguesa em Olivença.(... )
Carlos Luna, Estremoz

Publicado por AG às 15:04
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Comentário(s):
De Il Conte a 5 de Junho de 2008 às 19:50
bem haja!
tudo de bem para vocês , desejo-lhes que possam encontrar sempre a força e o amor para manter (ou devia eu dizer "para manteri " ?) a presença da Língua Portuguesa em Olivença, e claro, que seja uma Língua Portuguesa com o acento, com o sotaque da terrinha. Que Deus os abençoe.
De Eduardo Henriques a 10 de Dezembro de 2008 às 10:37
De Guimarães nasce Portugal como Nação. Mas infelizmente em Portugal, também nasceram muitos filhos sem coração. E assim Portugal vai-se desagregando por nacional traição.



HISTÓRIA DE PORTUGAL



Epígono... À formação?
Caminha o universo à sua centralização.
Até à universal eleição.
Num boiar de inquirição.
E sempre em perseguição.
Em demanda de superior realização.
Tal fonte, que transborda com a nascente.
Mas não finda com sol poente.
Continua a viagem até ao desejado expoente.
Neste todo, de constante progresso e concessão.
E continuada sucessão.
A mais e maior permissão.
De auspiciosa aproximação.
A este todo, segue o planeta em excitação.
A sua rotação!
A outros, conexo... Em sobreexcitação.
Executa a sua translação.
E mais movimentação.
E consequente oscilação.
Num cerúleo em constante transformação.
E conexa movimentação.
A caminho de unissonante orientação.
Terá sido acidental manifestação?
Toda a universal criação.
Ou final? De um todo em deflagração?
Que ainda descontrolado, segue sem salvação.
Na força da expansão e contracção.
Da cósmica acção.
Universal estupefacção.
Cósmica abstracção.
Sem continuada reacção.
Por falta de força de atracção.
Magnética distracção.
Que, os corpos, não segura, na sua fricção.
Ou agarra, na sua hercúlea acção.
Formando mundos sem convicção.
Num todo, sem universal forma e continuação.
Mero índigo pináculo em saturação.
De eixo variável na órbita da boiante orientação.
Sem caminho de libertação.
Nem universal reconciliação.
Será o planeta, mera bóia de lamento?
De qualquer humano salvamento?
Sem esperança, nem ouvido chamamento?
Que em determinado momento.
Do todo cerúleo em movimento.
À vida, quis dar novo alento?
Mais tempo e merecimento.
Preferível valimento.
Comportamento e talento
Até melhor conhecimento.
Do humano comportamento
Do infinito firmamento.
Que nos dá a luz e a escuridão, consoante o tempo do seu andamento.
Para todo o universal melhoramento.
A um todo e unificado crescimento.
Entre os planetários laboratórios de lapidação?
De força de universal criação.
De formação e humanização.
Ao magistério da civilização?
Até à concretização da vital universalização.
Entrementes, brilham miríades de constelações.
Por todo o cerúleo de tantas afirmações.
Faustosa apresentação...
Deste cerúleo palco, de tanta interrogação.
Até à grandiosa declaração...
Do poder da padreação!
Nesta copula de procriação?
De temporal existência.
E variada permanência.
Aonde reina infinda resistência.
À verdade da humana substância.
Universal essência.
Em continua persistência.
Na cósmica consequência.
De inexaurível instância.
Num todo de incandescência.
À grandeza da universal omnisciência.
Que à vida, entrega a universal conveniência.
Que nos leva, para lá da consciência.
Em trajectórias de frio e calor, exaustão e animação.
Até à universal iluminação.
No entanto, na planetária bóia de salvação.
Vive-se ainda a universal negação.
Entre a morte e a vida, para além da ligação.
Da dependente coligação.
Qual, a aceitação?
E universal continuação?
No saber de toda a humana afirmação.
Neste boiar de tanto obscurantismo.
Tanta superstição e fanatismo.
Esta boiante pedra, ainda não nos dá percepção.
Da humana concepção.
Do povo que, no planeta, teve a sua perfilhação.
E a boiar! Terreno plebeu? Vive a sua geração.
Na planetária solidão.
Caminhando sem prontidão.
Na muito atrasada, humana restrição.
E lamuriante aflição.
Enquanto aguarda a transição.
Ao encontrou da universal condição.
De humana universal posição.
Neste impasse.
Como se nada ignorasse.
E nada o constringisse.
E cismática luz lhe luzisse.
Perdido, no cerúleo, ao Céu, Ergue os olhos em inquirição.
Neste boiar, ainda sem nenhuma perfeição.
Mas com direito, a melhor comunhão e participação.
Na cósmica afirmação.
Mas enquanto não lhe é chegada a formação.
Mão cega, estende a tudo aceitação.
Enquanto o sol, se vai queimando, em continua aceleração.
Sem que a humanidade anteveja universal esclarecimento.
E melhor boiar acolhimento.
Inflexível, o planeta, segue na sua subordinação.
A cósmica rota e plane

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