Quarta-feira, 8 de Junho de 2011

Lusofonias 2011 na RTP (Portugal em Direto)

 

 

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Publicado por AG às 19:04
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De olivencalivre a 9 de Junho de 2011 às 13:41
Jornal "Alentejo Popular" (Progressista, Beja; chega a todo o Alentejo), 9 de Junho de 2011 (LUSOFONIAS)

LUSOFONIAS
EM OLIVENÇA
Decorreu no fim de semana de 28 e 29 de Maio promovida pela Associação
local "Além Guadiana", mais uma edição de "Lusofonias" em Olivença (a
2.ª Edição). Desta vez, e ao contrário de que sucedeu na edição
anterior (um só dia), o evento durou dois dias.
É difícil descrever o que representa, históriuca e culturalmente, este
"festival" de cultura portuguesa e lusófona para, e em primeiro lugar,
Olivença, para Portugal, e para o espaço lusófono. Trata-se do
renascer de toda uma Cultura (a portuguesa) num lugar onde, desde
1801, a mesma deixou de ser "oficial", e onde, durante cerca de
duzentos anos, muito se fez para a aniquilar. São habitantes locais,
oliventinos genuínos, que, sem entrarem em considerações politicas e
considerações sobre litígios de soberania, reivindicam a sua cultura
tradicional e a sua pertença ao espaço lusófono. É um tanto
confrangedor, para não usar expressões mais críticas que não se dê
maior destaque ao que ali ocorre em consequência disso.
No dia 28 de Maio, Sábado, após uma alocução das autoridades locais
(com a presença de todas as forças políticas oliventinas) numa curta
cerimónia de abertura, as "Lusofonias" foram oficialmente abertas ao
público. Pavilhões de instituições portuguesas e de comércio e
artesanato (com destaque para a doçaria), que se estendiam por duas
secções da antiga Carreira, numa amostra muito significativa da
cultura portuguesa. O grupo Gigabombos, de Évora, desfilou no local,
e, depois, por toda a cidade.
Seguiu-se uma leitura pública, essencialmente por oliventinos, de
textos em Português. Documentários e teatro, música, corais
alentejanos, bem como actuações de escolas locais (sempre ne língua de
Camões), seguiram-se pela noite fora. Note-se que estavam presentes
elementos culturais de vários países lusófonos, e não só de Portugal.
Uma exposição fotográfica, aliás apresentada com destaque, mereceu
muita atenção, intitulada "O meu olhar sobre a Olivença Portuguesa",
do oliventino Jesus Valério. Muita gente a elogiou.
À noite, houve um espectáculo público, um concerto do cantautor
espanhol (e extremenho) Luís Pastor, "padrinho" do evento, que teve o
cuidado de quase só usar a língua portuguesa, cantando temas
portugueses, e recordando grandes cantautores portugueses (a começar
por Zeca Afonso).
No dia 29 de Maio, Domingo, reabriu o espaço dos pavilhões, e actuou o
Rancho folclórico de Macieira da Lixa (Porto). Seguiram-se canções e
dramatizações, uma vez mais em Português e a "cargo" de alunos de
escolas locais, e ainda mais música por um grupo português. Só por
volta das 24.00 se deu por encerrado o evento, um sucesso que levará,
decerto, a Associação oliventina "Além Guadiana" a continuar a
esforçar-se por devolver a Olivença a sua cultura e língua
tradicionais, com iniciativas como esta ou outras similares, para além
de um trabalho contínuo e diário nesse mesmo sentido.
A dita Associação renova o apelo para que, em Portugal, e sem
preconceitos, haja uma maior divulgação das suas actividades, bem como
apoios, basicamente culturais, já que os seus objectivos são deste
teor, e não outros. Nem sempre parece estar a haver uma clara
compreensão destes aspectos, o que muito se lamenta.
Estremoz, 30 de Maio de 2011
Carlos Eduardo da Cruz Luna

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