Domingo, 14 de Agosto de 2011

Português em festas da Estremadura espanhola

Muitas vilas da Estremadura espanhola, como doutras zonas da Ibéria, têm festas populares no verão. Nelas, conjuntos cantam e tocam músicas para bailar, para rir, para o que for. Músicas com letras em espanhol e algumas em inglês, e noutras línguas. Uma destas é agora o português (já era, mas só o brasileiro), e os músicos executantes, por exemplo, de La Codosera, lugar raiano; os "Full de Medianoche" propagam cantigas de Quim Barreiros. Quem diria que íamos escutar, na aldeia de Vila Real (e não pela primeira vez), "A cabritinha", "O melhor dia para casar", "Mestre de culinária"... Venham mais músicas e letras portuguesas para as noites das festas!

 

 

 

Sentimo-nos: bailadores
Música: pra balhári
Publicado por AG às 07:42
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Comentário(s):
De Montes Hermínios a 14 de Agosto de 2011 às 18:05
Li o anunciado sobre as festas musicais realizadas na estremadura espanhola/castelhana, nas quais constam já de grupos de línguia portuguesa.

O que a notícia contém de estranho, para mim, é o caso de situarem Olivença no território da estremadura espanhola/castelhana, quando isso não é verdade.

Olivença é portuguesa de jure e administrada ilegal e abusivamente pela espanha castelhana, opressora e colonial, e em confronto com a lei internacional, que os condenou a entregar Olivença a Portugal.

Até hoje se têm negado ao cumprimento daquilo que assinaram, em resultado do que as potências europeias, da época, em Viena de Àustria, depois de derrotados os exércitos de napoleão e espanhóis/ castelhanos a devolver-nos aquele território.

Os espanhóis/castelhanos são falsos e sem dignidade porque não cumprem o tratado, que decorre já de 1815.

Os espanhóis/castelhanos não nos merecem confiança nem seriedade enquanto esta situação se mantiver à margem do referido tratado.

Esta minha intenção tem por fim corrigir uma situação de erro que, por vezes, é cometida por quem não tem esse conhecimento.

Queria também, já agora, referir-me a uma outra situação, que quase toda a gente deturpa e que é a referência à língua espanhola, que não existe. O que existe é o castelhano e que forçadamente é imposta aos outros povos sob o jugo dos colonialistas castelhanos.

A península ibérica merece, neste século xxi, de verdadeira liberdade em todos os domínios em que se evidencia a colonização disfarçada com as respectivas autonomia de fachada.

Viva a liberdade e que se cumpra a devolução administrativa de Olivença, por inteiro, em nome do respeito e na base da honradez.
De AG a 14 de Agosto de 2011 às 23:22
Respeitamos todas as opiniões desde que sejam também respeitosas. "Os espanhóis/castelhanos são falsos e sem dignidade"? "Os espanhóis/castelhanos não nos merecem confiança nem seriedade"? Sabe, caro leitor, uma coisa? Se Olivença for portuguesa, nem haveria necessidade de uma associação como esta ("Além Guadiana"), nem a língua portuguesa estaria quase desaparecida nos concelhos de Olivença e Táliga ou Tálega. Espanha (o reino espanhol) invadiu e Portugal (o reino português, agora república) abandonou.
Opinião pessoal.
M. S.

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