Domingo, 25 de Março de 2012

Sucesso do Encontro de Escritores

LITERATURA RAYANA

Escritores extremeños y portugueses abordan la situación de la literatura a ambos lados de la raya

NOTICIA DE LAURA GONZÁLEZ ANDRADE 26/03/2012

Escritores extremeños y portugueses abordan la situación de la literatura a ambos lados de la raya

I Encuentro de Escritores Extremeños y Portugueses

 

Más de veinte escritores extremeños y llegados del país vecino Portugal, se han dado cita el pasado viernes en el I Encuentro de Escritores portugueses y extremeños, que ha tenido lugar en el Convento San Juan de Dios de nuestra localidad.

 

 

Creadores literarios como A. Passos Coelho, Vitoria Pelayo, José Antonio González Carrillo, Alberto Silva, Luisa Antón Prado, Juan Antonio Méndez del Soto o Ricardo Fariña, han abordado la situación de la literatura a ambos lados de la raya. Además, se han recogido testimonios de la tradición oral en portugués oliventino y de la literatura plasmada en la artesanía.


Organizada por la asociación cultural Além Guadiana y Traz Traz Serviços Raianos, con la colaboración del Ayuntamiento de Olivenza, la cita ha contado con una zona de expositores y venta de libros con firma de autor. 

 

http://www.hoyolivenza.es/actualidad/2012-03-26/escritores-extremenos-portugueses-abordan-situacion-1406.html

 

 

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Música: escrita
Publicado por AG às 09:40
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Comentário(s):
De olivencalivre a 28 de Março de 2012 às 17:08
DIÁRIO DO SUL, 27 de Março de 2012
[23-MARÇO-2012(NOTA: CURIOSAMENTE, O JORNAL OMITIU A DATA)]: DECORREU UM ENCONTRO DE ESCRITORES EXTREMENHOS E PORTUGUESES EM OLIVENÇA
Estavam previstos 19 escritores extremenhos e portugueses: António Passos Coelho, Antónia Áurea Gomes Ferreira, Luís Carlos Mendes, Alberto Silva, Hilda Bernardete, Paulo Alexandre e Castro, Hugo Girão, Aragonez Marques, Juan António Mendez Del Soto, Luisa Anton Prado, José António Gonzalez Carrillo, AliceRuivo, Artesã Joana Leal, Rui Cardoso Martins, José Luís Peixoto, Marino González Montero, Vitoria Pelayo, Ricardo Fariña, e José Cercas. Poucos faltaram, a pretexto de fortes motivos imprevistos de última hora. Muitos mais teriam vindo, se não tivesse sido necessário limitar o número de presenças faca à escassez de recursos.
A Câmara Municipal de Olivença fez-se representar, primeiramente, na pessoas do seu Presidente, Bernardino (Berna) Píriz Antón, e depois, por um vereador indigitado, Francisco José Toscano Antunez, e, por vezes, por Manuela Correa. Pelo Além Guadiana, coordenava a sessão pública na Igreja do Convento de São João de Deus em Olivença Eduardo Naharro Macías-Machado.
Ora em Português, ora em Castelhano, apresentaram-se currículos, desenvolvidos por cada um dos escritores presentes. Uma banca de livros à entrada, pretendia atrair o público, para consulta e compras.
É difícil distinguir as intervenções dos escritores, para não melindrar suscetibilidades. Mas deram nas vistas António Passos Coelho (ouvido especialmente... o que não era de espantar, pois, além de escritor, é o pai de uma figura importante no atual Governo de Lisboa...), Hugo Girão, Alberto Silva, Alice Ruivo, José Cercas. Vitoria Pelayo e sua irmã, e Luísa Antón Prado.
Numa segunda parte, em que foram colocadas questões a todos os escritores participantes, debateram-se temas culturais variados. mais dirigida à ala portuguesa, uma pergunta sobre o Acordo Ortográfico lançou alguma (breve) discórdia. Curiosa, aqui, a intervenção de Hilda Bernardete, que, influenciada talvez pela sua vivência brasileira, manifestou alguma incompreensão pelo tom crispado com que tal tema era por vezes abordado.
O responsável pelo Além Guadiana agradeceu aos escritores e ao público, manifestando (em castelhano e em Português) o seu profundo desgosto e incompreensão pela ausência quase geral de Órgãos de Comunicação portugueses, naquilo que começa a ser, mais do que uma manifestação de preconceito, uma manifestação de incultura, ou desprezo, ou... como diriam os amantes de conspirações... submissão a interesses inconfessáveis e misteriosos. Algo que a História julgará... e sem magnanimidade.
O jantar decorreu no Hotel Palácio Arteaga, após o que, entre comentários amigáveis e reflexões de última hora, todos prometeram voltar a estar presentes em iniciativas afins.

Carlos Eduardo da Cruz Luna
De olivencalivre a 5 de Abril de 2012 às 18:20
JORNAL "TERRAS BRANCAS", BORBA, 5 de Abril de 2012

‎23-MARÇO-2012: DECORREU UM ENCONTRO DE ESCRITORES EXTREMENHOS E PORTUGUESES


‎23-MARÇO-2012: DECORREU UM ENCONTRO DE ESCRITORES EXTREMENHOS E PORTUGUESES EM OLIVENÇA
Estavam previstos 19 escritores extremenhos e portugueses: António Passos Coelho, Antónia Áurea Gomes Ferreira, Luís Carlos Mendes, Alberto Silva, Hilda Bernardete, Paulo Alexandre e Castro, Hugo Girão, Aragonez Marques, Juan António Mendez Del Soto, Luisa Anton Prado, José António Gonzalez Carrillo, AliceRuivo, Artesã Joana Leal, Rui Cardoso Martins, José Luís Peixoto, Marino González Montero, Vitoria Pelayo, Ricardo Fariña, e José Cercas. Poucos faltaram, a pretexto de fortes motivos imprevistos de última hora. Muitos mais teriam vindo, se não tivesse sido necessário limitar o número de presenças faca à escassez de recursos.
A Câmara Municipal de Olivença fez-se representar, primeiramente, na pessoas do seu Presidente, Bernardino (Berna) Píriz Antón, e depois, por um vereador indigitado, Francisco José Toscano Antunez, e, por vezes, por Manuela Correa. Pelo Além Guadiana, coordenava a sessão pública na Igreja do Convento de São João de Deus em Olivença Eduardo Naharro Macías-Machado.
Ora em Português, ora em Castelhano, apresentaram-se currículos, desenvolvidos por cada um dos escritores presentes. Uma banca de livros à entrada, pretendia atrair o público, para consulta e compras.
É difícil distinguir as intervenções dos escritores, para não melindrar suscetibilidades. Mas deram nas vistas António Passos Coelho (ouvido especialmente... o que não era de espantar, pois, além de escritor, é o pai de uma figura importante no atual Governo de Lisboa...), Hugo Girão, Alberto Silva, Alice Ruivo, José Cercas. Vitoria Pelayo e sua irmã, e Luísa Antón Prado.
Numa segunda parte, em que foram colocadas questões a todos os escritores participantes, debateram-se temas culturais variados. mais dirigida à ala portuguesa, uma pergunta sobre o Acordo Ortográfico lançou alguma (breve) discórdia. Curiosa, aqui, a intervenção de Hilda Bernardete, que, influenciada talvez pela sua vivência brasileira, manifestou alguma incompreensão pelo tom crispado com que tal tema era por vezes abordado.
O responsável pelo Além Guadiana agradeceu aos escritores e ao público, manifestando (em castelhano e em Português) o seu profundo desgosto e incompreensão pela ausência quase geral de Órgãos de Comunicação portugueses, naquilo que começa a ser, mais do que uma manifestação de preconceito, uma manifestação de incultura, ou desprezo, ou... como diriam os amantes de conspirações... submissão a interesses inconfessáveis e misteriosos. Algo que a História julgará... e sem magnanimidade.
O jantar decorreu no Hotel Palácio Arteaga, após o que, entre comentários amigáveis e reflexões de última hora, todos prometeram voltar a estar presentes em iniciativas afins.

Estremoz, 24 de Março de 2012
Carlos Eduardo da Cruz Luna

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