Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

Voltaram ao museu os azulejos de V. Ledesma Abrantes

Os azulejos voltaram! Convidamos a todos a procurá-los no museu e a lê-los. Vale a pena.
Segundo o museu, no facebook, é "uma boa notícia". Concordamos.

Vuelven a exhibirse los paneles de azulejos de Ledesma Abrantes

          Tras diez años vuelven a su ubicación original a la entrada de la Casa Burguesa los paneles de azulejos procedentes de la antigua casa de Ventura Ledesma Abrantes en Estoril (Portugal), tras las numerosas peticiones dirigidas al Museo en ese sentido por parte de asociaciones y visitantes de uno y otro lado de la raya. Estos paneles fueron donados al Ayuntamiento de Olivenza por sus herederos en 1991 y exhibidos desde entonces y hasta 2002 en nuestro Museo.

         

 

Ventura Ledesma Abrantes o Ventura Abrantes, fundador del Grupo dos Amigos de Olivença, nació en Olivenza en 1883 y falleció Estoril (Portugal) en 1956. Ledesma era nieto de una emigrante portuguesa en España nacida en Torres das Vargens (Portugal)  que se casó con un español en Badajoz. La pareja fijó posteriormente su residencia en Olivenza, donde su hijo, padre de Ventura, fue barbero.

         

La familia decidió emigrar a Portugal. En Lisboa el joven Ventura se estableció como librero. Fruto de sus investigaciones nace su libro O Património da Sereníssima Casa de Bragança em Olivença, publicado en 1954 por Álvaro Pinto, que sigue siendo un imprescindible manual para conocer la Historia y costumbres de Olivenza.


http://elmuseodeolivenza.com/blog/?p=1731

 

Sentimo-nos: azulejadores
Música: azul
Publicado por AG às 10:10
Ligação da entrada | Comentem | Adicionem aos favoritos
|  O que é? | Partilhári
Comentário(s):
De olivencalivre a 18 de Abril de 2012 às 15:18
TRADUÇÃO:

VOLTAM A ESTAR EM EXIBIÇÃO EM OLIVENÇA OS PAINÉIS DE AZULEJO DE VENTURA LEDESMA ABRANTES

MUSEU ETNOGRÁFICO DE OLIVENÇA (GONÇALVES SANTANA)

Depois de dez anos de ausência, voltam ao seu lugar original à entrada da casa burguesa do Museu Etnográfico de Olivença os painéis de azulejo provenientes da antiga casa de Ventura Ledersma Abrantes no Estoril (Portugal), em resposta às numerosas petições dirigidas ao Museu nesse sentido por parte de associaoções e visitantes de um e do outro lado da Raia. Esses painéis foram doados à Câmara Municipal de Olivença pelos seus herdeiros em 1991 e exibidos desde então e até 2002 no nosso Museu..
Ventura Ledesma Abrantes ou Ventura Abrantes, fundador do Grupo dos Amigos de Olivença, nasceu em Olivença em 13 de Maio de 1883 e faleceu a 12 de Junho de 1956 no Estoril (Portugal). Le3desma era descendente de uma emigrante portuguesa em Espanha nascida na Torre das Vargens (Portugal) que se casou com um espanhol em Badajoz. O casal fixou posteriormente a sua residência em Olivença, onde o seu filho, pai de Ventura, foi barbeiro.
A família decidiu emigrar para Portuga. Em Lisboa o jovem Ventura estabeleceu-se como livreiro.[NOTA EXTRA: Editou as obras do Dr. Egas Moniz, Prémio Nobel português, que, por versarem sobre a sexualidade feminina, ninguém quis publicar. FIM DA NOTA EXTRA]. Fruto das suas Investigações nasce o livro "O Património da Sereníssima Casa de Bragança em Olivença"., publicado em 1954 por Álvaro Pinho, que continua a ser um manual imprescindível para conhecer a História e os costumes de Olivença.
Os painéis rezam assim:
ESCUTA/NESTA CASAL VIVE A VENTURA E A ESPERANÇA/DA HISTÓRIA PÁTRIA ! NÃO PERTURBES A SUA PAZ !/SE ÉS MEU AMIGO - DEUS TE GUIE !/SE ÉS PORTUGUÊS - DEUS TE GUARDE !/SE ÉS ALENTEJANO - DEUS TE SALVE !/MAS SE ÉS DE OLIVENÇA !/ENTRA, MEU IRMÃO - ESTA CASA É SEMPRE TUA !/AQUI VIVE-SE JUNTO AO CÉU/A ALMA ALIMENTA-SE DA IMPONDERÁVEL FÉ !/O CORAÇÃO SONHA E ADORMECE/OLHANDO O MAR.../É A SAUDADE LUSÍADA DO PASSADO !/É O CULTO DA PÁTRIA, QUE SÓ DEUS MANTÉM INALTERAVELMENTE !/É PORTUGAL, AQUECENDO O PEITO AO FOGO DOS CÂNTICOS DE CAMÕES/É O PENSAMENTO MÍSTICO DA ALMA/É A FÉ DO PATRONO-NUN`ÁLVARES !/LAUS DEOS/CASAL OLIVENTINO/OLIVENÇA - PORTUGAL.
(FIM)
De olivencalivre a 18 de Abril de 2012 às 23:19
VENTURA LEDESMA ABRANTES (1883-1956)
VENTURA LEDESMA ABRANTES(Parte 1 de 3)
1)PRIMÓRDIOS
Ventura Ledesma Abrantes não nasceu em Lisboa, mas foi na capital portuguesa que desenvolveu a sua actividade criadora. Nela estabeleceu laços de amizade, se instalou como comerciante (mais concretamente como Livreiro e Editor), e, como veremos, foi escritor e polemista.
Nasceu a 13 de Maio de 1883, em Olivença, numa casa ao lado da Porta do Calvário, e faleceu em 12 de Junho de 1956, no Estoril. Não foi um homem "acomodado", antes pelo contrário, foi um lutador. A sua juventude foi atormentada por alguns precalços. Filho de um barbeiro de Olivença, pró-português, membro activo de um grupo que, localmente, lutava pela reintegração de Olivença em Portugal e pela manutenção da Cultura lusitana (História, Língua, Tradições) naquela cidade, acompanhou o seu pai no exílio. Na verdade, o pai de Ventura, atingido por represálias, e por vários anátemas , por parte das autoridades espanholas, veio com a família para Lisboa, por volta de 1903.
Para além da família de Ventura Ledesma Abrantes, militavam então em Olivença, a favor de Portugal, entre outros, homens como Manuel Gonçalves Verão, Firmino Martins Rui, e Manuel Justo Gonçalves.
Destes homens quase não se fala hoje. Mas de Ventura diz-se, ainda hoje em Olivença, que fugiu para Portugal por causa de um crime... ninguém especificando que esse "crime" foi simplesmente ser favorável a Portugal... mesmo porque ninguém é disso informado...
2)UM HOMEM DE (MUITA) CULTURA
Ventura Ledesma Abrantes, livre das pressões a que fora sujeito na sua terra, lançou-se em inúmeras actividades, normalmente de carácter cultural. Era um homem irrequieto, um diletante, um entusiasta.
Vemos Ledesma Abrantes, em 1911-1912, associado à criação da UNIVERSIDADE LIVRE DE LISBOA (obra, fundamentalmente, de Reinaldo Ferreira). Depois, encontramo-lo na LUTUOSA NACINAL, com sede no Porto.
A ele se deve a abertura, em 1931, da PRIMEIRA FEIRA DO LIVRO DE LISBOA COM CARÁCTER OFICIAL ( houve uma edição em 1930, mas oriunda de iniciativas privadas ). Ele mesmo era o Presidente da ASSOCIAÇÃO DE CLASSE DOS LIVREIROS DE PORTUGAL, embrião, após várias metamorfoses, da actual A.P.E.L. ( Ass. Port. de Edit. e Livreiros ). Ventura Ledesma Abrantes tinha uma livraria, que era também uma Casa Editora, na Rua do Alecrim (n.º 80 e 82), que fechou as suas portas dois anos antes da sua morte.
Não se limitava a vender livros. Foi membro activo de uma das mais notáveis tertúlias do Chiado, mais concretamente daquela de que foram também membros TEÓFILO BRAGA, EGAS MONIZ, e ANTÓNIO SARDINHA.
Não foi por acaso, portanto, que Ventura Ledesma Abrantes editou livros importantes, como a "VIDA SEXUAL-FISIOLOGIA E PATOLOGIA" , de EGAS MONIZ ( livro que mais ninguém quis editar por se considerar o tema imoral... ) , "IN MEMORIAM", de Camilo Castelo Branco, "VIDA E OBRA DE JÚLIO DINIS", de Egas Moniz também, "COMO PERDEMOS OLIVENÇA", de Queirós Veloso. Usou o pseudónimo de João Coelho para responder em polémica à obra "PALAVRAS CÍNICAS", de A. Forjaz de Sampaio (1884-1949), "diálogo" que ficou célebre na época.
Foi membro da então selectiva SOCIEDADE DE GEOGRAFIA DE LISBOA, e ainda da ASSOCIAÇÃO DE ARQUEÓLOGOS PORTUGUESES. Escrevia fluentemente, e colaborou em vários jornais e revistas de Lisboa e do Porto. Distinguido várias vezes, foi condecorado com a Ordem Militar de Cristo.
Porque era logicamente um entusiasta por Olivença, acabou por, ao cabo de muitos anos de trabalho independente, ser obrigado a procurar emprego, por ter gasto tudo o que amealhara em livros e folhetos, fomentando organizações, custeando em Lisboa o estudo de muitos oliventinos, ajudando-os como pode durante a Guerra de 1936-39, etc.
3)UMA ORGANIZAÇÃO MAL COMPREENDIDA
Em 15 de Agosto de 1938, fundou, com o então tenente HUMBERTO DELGADO, com Amadeu Rodrigues Pires, e Francisco Sousa Lamy, a Sociedade Pró-Olivença, embrião do futuro Grupo dos Amigos de Olivença, nome que teve a partir da sua semi-legalização, em 21 de Novembro de 1945. Esta organização, ao longo da sua História, conheceu várias vissicitudes e direccções/orientações. Foi, principalmente, denegrida, ignorada... e quase proibida. (CONTINUA)
De olivencalivre a 18 de Abril de 2012 às 23:21
VENTURA LEDESMA ABRANTES (1883-1956)
VENTURA LEDESMA ABRANTES(Parte 2 de 3)
(CONTINUAÇÃO)A sua legalização só foi completada depois do 25 de Abril de 1974, pois os seus estatutos ficaram "suspensos" ! Curiosamente, Ventura Ledesma Abrantes veio a abandonar o grupo logo pouco depois de 1945.
Convém referir que, ao contrário do que muita gente diz nos nossos dias, Salazar não gostou da Associação que, pela sua linguagem obrigatoriamente anticolonialista, punha em causa a própria orientação da política portuguesa de então. A denúncia de uma situação que tinha tudo de colonial, com repressão cultural e linguística, passando por acções de dispersão de populações, ameaças, e até prisões (uma discreta "limpeza étnica", ao fim e ao cabo), levou Salazar a criar uma atmosfera de isolamento em torno do grupo, presumindo-se que por isso nunca permitiu a aprovação dos estatutos. A organização era TOLERADA, MAS COM FRIEZA. O Ministro da Defesa, Santos Costa, foi mais longe, ameaçando passar compulsivamente à Reserva Militar qualquer membro das forças armadas que se ligasse aos Amigos de Olivença.
Os diplomatas franquistas em Lisboa conotavam o Grupo como sendo de Oposição ao Regime, principalmente depois que o M.U.D., em 1945, apoiou as suas reivindicações. Na verdade, pelos Amigos de Olivença passaram muitos intelectuais e homens de acção, muitos deles oposicionistas: Queirós Veloso, Ramos e Costa, Paulo Caratão Soromenho, Humberto Delgado, Matos Sequeira, Sidónio Muralha, Veiga de Macedo, João Pereira da Rosa, Tomé Feteira, Mascarenhas Barreto, Hernâni Cidade (seu Presidente até 1975), e outros. É só por uma cruel ironia da História que análises pouco cuidadas (e preconceituosas) insistam em identificar os "Amigos de Olivença" com extremismos vários, principalmente de Direita, apoiando-se somente em alguns episódios (que os houve !) menos felizes ou menos claros.
4)A LUTA POR UMA CIDADANIA
Como é de calcular, Ventura Ledesma Abrantes fez parte do CONSELHO REGIONAL da CASA DO ALENTEJO durante muitos anos consecutivos. Na década de 1930, foi nomeado representante de Portugal nas Exposições Livreiras de Sevilha, Barcelona, e Florença.
Uma grande luta que travou foi a de conseguir a Nacionalidade Portuguesa de forma natural, e nunca como "espanhol naturalizado". Após uma polémica legal com o Poder do Estado Novo que, confrontado com pareceres jurídicos favoráveis à pretenção de Ventura Ledesma Abrantes, procurava sempre eximir-se ao cumprimento da Lei e à concessão da referida nacionalidade, um aliado surpreendente resolveu a questão: Cavaleiro Ferreira, Ministro da Justiça entre 1944 e 1954. Foi promulgada legislação, mais ou menos ainda em vigor, que dava aos oliventinos o direito de cidadania portuguesa, com a averbação no Bilhete de Identidade da expressão "nascido em Olivença, Portugal. Tal preceito era, mesmo assim, um tanto dúbio, pois empurrava a decisão final para o ministro da Justiça. Vale a pena citar a Lei ( Artigo 117, L. 37 666, 19 de Dezembro de 1949): " Fora dos casos de naturalização, é da competência do Ministro da Justiça decidir as questões relativas à legalidade da aquisição, perda, ou reaquisição da nacionalidade portuguesa ou esclarecer as dúvidas que a esse respeito se suscitarem; # único. Das decisões do Ministro cabe recurso para o Supremo Tribunal Administrativo, nos termos da lei geral."
Diz-se que Salazar, mesmo assim, ainda hesitou em colocar a sua assinatura. Estranha forma de ser nacionalista, na verdade...
5)O ESCRITOR VENTURA LEDESMA ABRANTES
Mas...Ventura Ledesma Abrantes foi principalmente um escritor. A sua Bibliografia, extensíssima, é quase toda dedicada a Olivença. Lidava com facilidade surpreendente com a língua (portuguesa) materna, de uma forma quase apaixonada.
A lista dos seus livros, mais ou menos completa, porque há obras menores, é a seguinte: "Saudades da Terra das Oliveira"(1932); "Olivença a Gloriosa"(1933); "De Olivença a Marvão"(1934; este livro valeu-lhe uma homenagem da Câmara Municipal de Marvão); "A Santa Casa da Misericórdia da Vila de Olivença"(1940); "A Não Esquecida"(1943); "A Noite do Menino nas Terras de D. João II "(1943); "A DEfesa da Porta do Calvário da Vila de Olivença"(1944); "Olivença, a Sombra da Saudade"(1949); (CONTINUA=
De olivencalivre a 18 de Abril de 2012 às 23:27
VENTURA LEDESMA ABRANTES (1883-1956)
VENTURA LEDESMA ABRANTES(Parte 3 de 3)
(CONTINUAÇÃO)(CONCLUSÃO)A lista dos seus livros, mais ou menos completa, porque há obras menores, é a seguinte: "Saudades da Terra das Oliveira"(1932); "Olivença a Gloriosa"(1933); "De Olivença a Marvão"(1934; este livro valeu-lhe uma homenagem da Câmara Municipal de Marvão); "A Santa Casa da Misericórdia da Vila de Olivença"(1940); "A Não Esquecida"(1943); "A Noite do Menino nas Terras de D. João II "(1943); "A DEfesa da Porta do Calvário da Vila de Olivença"(1944); "Olivença, a Sombra da Saudade"(1949); "Anais da Velha Vila de Olivença"(1951); "Crónica Histórica e Bibliográfica da Vila de Olivença"(1946); "O PATRIMÓNIO DA SERENÍSSIMA CASA DE BRAGANÇA EM OLIVENÇA"(1954).
A última obra atrás referida de Ventura Ledesma Abrantes é, digamos assim, a sua grande "conclusão"... mesmo porque faleceu dois anos depois. Mas é mais porque se trata de uma gigantesca e completíssima monografia, com mais de 500 páginas, uma das melhores existentes em língua portuguesa, e que talvez não fosse má idéia reeditar. É visível que Ventura Ledesma Abrantes compreendeu que o Franquismo ia destruir mais profunda e radicalmente do que até então sucedera as raízes e a vivência lusitanas em Olivença, pelo que o seu livro descreve o maior número possível de aspectos, História, e características, mesmo as menos visíveis, da Cidade, para que não se pudesse negar uma realidade que talvez fosse deixar de existir.
6)O RECONHECIMENTO DE UMA OBRA
Ventura Ledesma Abrantes morreu mais ou menos ignorado. O Estado Novo, no qual, devido ao seu nacionalismo, depositara decerto esperanças para a recuperação de Olivença para a soberania portuguesa, decerto o desiludiu. A sua obra, ainda que propalada, era-o discretamente, pois constituía um embaraço diplomático constante, tanto ou mais do que a sua actividade frenética de publicista, orador, homem de acção.
Ledesma Abrantes era um Romântico. Acreditava na "pureza" do povo, e, republicano, preferia cidadãos a súbditos. Tendia para correntes conservadoras, mas foi, acima de tudo, um inconformado. Acreditou na sinceridade das intenções de muita gente, e foi quase sempre iludido.
Postumamente, um anátema parece continuar a persegui-lo. O seu nome foi quase esquecido em Portugal e na cidade de Lisboa que ele tanto amou. Em Olivença, mesmo após a Restauração da Democracia em Espanha em 1975, o seu nome é pouco citado, e é-o ainda depreciativamente. No excelente Museu Municipal de Olivença estava exposto um painel de azulujos oriundo da sua casa no Estoril, desaparecido em 2003. Rezava assim:

ESCUTA/
NESTA CASAL VIVE A VENTURA E A ESPERANÇA/
DA HISTÓRIA PÁTRIA ! NÃO PERTURBES A SUA PAZ !/
SE ÉS MEU AMIGO - DEUS TE GUIE !/
SE ÉS PORTUGUÊS - DEUS TE GUARDE !/
SE ÉS ALENTEJANO - DEUS TE SALVE !/
MAS SE ÉS DE OLIVENÇA !/
ENTRA, MEU IRMÃO - ESTA CASA É SEMPRE TUA !/
AQUI VIVE-SE JUNTO AO CÉU/
A ALMA ALIMENTA-SE DA IMPONDERÁVEL FÉ !/
O CORAÇÃO SONHA E ADORMECE/
OLHANDO O MAR.../
É A SAUDADE LUSÍADA DO PASSADO !/
É O CULTO DA PÁTRIA, QUE SÓ DEUS MANTÉM INALTERAVELMENTE !/
É PORTUGAL, AQUECENDO O PEITO AO FOGO DOS CÂNTICOS DE CAMÕES/
É O PENSAMENTO MÍSTICO DA ALMA/
É A FÉ DO PATRONO_NUN`ÁLVARES !/
LAUS DEOS/
CASAL OLIVENTINO/
OLIVENÇA - PORTUGAL

Só após uma luta de quatro anos o Homem a quem se devem mais conhecimentos sobre a Cultura Oliventina da Primeira Metade do Século XX, cultura inegavelmente portuguesa, e que foi uma figura de intelectual de inegável grandeza em Lisboa, viu o seu nome dado a uma artéria desta cidade, após votação unânime da Câmara Respectiva em 30 de Dezembro de 1997, próximo do Estádio de Alvalade, da Quinta do Lambert, e da Avenida Marechal Craveiro Lopes.
Lisboa, que ele tanto amou, e a Cultura Portuguesa, deviam-lhe isso. A verdade e a justiça prevaleceram sobre o preconceito.
Aproxima-se agora o cinquentenário da morte de Ventura Ledesma Abrantes. Em 12 de Junho deste ano de 2006. Poder-se-á deixar passar em branco esta efeméride ? Não se deverá prosseguir na via do..."RECONHECIMENTO DE UMA OBRA ?(FIM)
Estremoz, 13 Março e 2006
Carlos Eduardo da Cruz Luna, Prof. História
Rua General Humberto Delgado, 22, R/c ESTREMOZ

Comentem entrada

.Hora solar de Olivença

.Procurem neste blógui

 

.Que horas são?

Hora oficial:

.Contadôri


contador de visitas

.Entradas recentes

. Atividades diversas de 20...

. A língua basca cresce em ...

. A fala (galegoportuguesa)...

. "O rei leão" em asturiano

. "Ruas e aldeias de Oliven...

. Ruas bilingues em Táliga?

. Nacionalidades também em ...

. Mirandês na escola (2017)

. Olivença e a Raia na TVE ...

. Limpeza da ermida de Noss...

.Arquivos

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

.Palavras-chave

. todas as tags

.Ligações

.Dicionário galego-português

Pesquisa no e-Estraviz

.Dezembro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
blogs SAPO

.Participem

. Participem neste blógui

.Contadôri

.subscrever feeds