Sexta-feira, 6 de Março de 2009

O nosso português, "bem de interesse cultural"?

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Notas de Prensa 

Fernández Vara califica como “acción estratégica” la enseñanza del portugués como segundo idioma en los colegios

Además, ante la petición de la asociación “Além Guadiana” de declarar el portugués oliventino como Bien de Interés Cultural, el presidente de la Junta animó al colectivo a que inicie las gestiones en la Administración regional.

El presidente de la Junta de Extremadura, Guillermo Fernández Vara, señaló en Olivenza que la enseñanza del portugués como segunda idioma, por detrás del inglés, en los centros públicos extremeños es "una acción estratégica que hará que en pocos años el alumno que quiera aprender esta lengua pueda hacerlo en Extremadura".

Aunque reconoció que la medida requiere de un "importante esfuerzo" por parte del Gobierno regional, Vara se mostró convencido de que la enseñanza del portugués entre los escolares extremeños es uno de los "pilares" del denominado Plan Portugal, que él mismo presentó a las máximas autoridades del Gobierno portugués el pasado mes de noviembre en Lisboa.

Esa extensión de la lengua portuguesa entre la población extremeña se reforzará, según adelantó, con la emisión de contenidos audiovisuales en portugués en la televisión y la radio públicas extremeñas.

El presidente de la Junta hizo estas declaraciones en la inauguración de la jornada sobre el portugués oliventino que se celebró en el convento San Juan de Dios de Olivenza, y que organiza la asociación 'Além Guadiana'.

En su intervención, Fernández Vara recordó que para Extremadura "Portugal es una suerte y un regalo" y que "hay que hacer todos los esfuerzos posibles, desde el ámbito público o desde el privado, para aprovechar ese regalo que es Portugal", según informa la Administración autonómica en nota de prensa.

En ese sentido, animó a la asociación 'Além Guadiana' a trabajar para reivindicar el portugués oliventino que, según el propio presidente, se está dejando de utilizar en la zona de Olivenza por la "gran influencia" que ejercen los medios de comunicación a la hora de hacer que el castellano sea la lengua dominante.

Aunque se mostró convencido de que la historia "nunca se olvidará" y siempre se sabrá cuál fue la relación de Olivenza con Portugal, Vara abogó por trabajar para que "aunque la historia no se vaya a olvidar, nunca olvidemos los sentimientos y debemos luchar para mantener viva la llama que llevó a nuestros antepasados a hablar esta lengua".

Bien de interés cultural

Asimismo, ante la petición de la asociación 'Além Guadiana' de declarar el portugués oliventino como Bien de Interés Cultural, el presidente de la Junta animó al colectivo a que inicie las gestiones en la Administración regional.

Eso sí, avisó de que no será juez y parte por su vinculación personal con Olivenza, su localidad natal. "Que se inicie la comisión pertinente si así lo solicita la asociación, que se elaboren los informes necesarios y que se estudie el asunto en el Consejo de Gobierno, pero yo me abstendré porque no quiero ser juez y parte en este asunto", declaró.

De igual modo, invitó a la asociación a elaborar un plan de trabajo para la recuperación del portugués oliventino y a trabajar para que la generación actual de oliventinos de 45 años en adelante no sea la última en hablar este dialecto.

 

 

 

http://www.ayuntamientodeolivenza.com/modulos/mod_noticias/pub/mostrar_noticia.php?id=397

Publicado por AG às 22:17
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Comentário(s):
De olivencalivre a 7 de Março de 2009 às 21:38
TRADUÇÃO:
GUILLERMO FERNÁNDEZ VARA E O PORTUGUÊS DE OLIVENÇA (NOTÍCIA ORIUNDA DO
"SITE" DA CÂMARA DE OLIVENÇA, EM 6-MARÇO-2009)

«GUILLERMO FERNÁNDEZ VARA CLASSIFICA COMO "ACÇÃO ESTRATÉGICA” O ENSINO
DO PORTUGUÊS COMO SEGUNDO IDIOMA NOS COLÉGIOS»


Para além disso, perante a petição da Associação "Além Guadiana” de declarar
o português oliventino como Bem de Interesse Cultural, o presidente da Junta
incentivou o colectivo, isto é, a Associação, no sentido de que inicie
o processo junto dos órgãos da Administração Regional.

O Presidente da Junta da Extremadura, Guillermo Fernández Vara,
declarou em Olivença que o ensino de Português como segundo idioma,
logo depois do inglês, nos estabelecimentos de ensino extremenhos é "uma
acção estratégica que fará com que em poucos anos o aluno que queira
aprender esta língua possa fazê-lo na Extremadura".

Reconhecendo embora que a medida requer um "importante esforço"
por parte do Governo Regional, Vara mostrou-se convencido de que o ensino
do português entre os estudantes extremenhos é um dos
"pilares" do denominado "Plano Portugal, que ele mesmo apresentou às
autoridades máximas do Governo português no passado mês de Novembro de 2008
em Lisboa.

Essa "vulgarização" da língua portuguesa entre a população extremenha
reforçar-se-á, segundo declarou, com a emissão de conteúdos audiovisuais
em português na Televisão e na Rádio públicas extremenhas.

O presidente da Junta fez estas declaracões na inauguração
da jornada sobre o português oliventino que se realizou no
Convento de São João de Deus de Olivença, e que foi organizada pela Associação
'Além Guadiana', de Olivença mesmo.

Na sua intervenção, Fernández Vara lembrou que para a Extremadura
"Portugal é uma sorte e um presente, ou um dom" e que "há que
efectuar todos os
esforços possíveis, seja no âmbito público ou no privado, para
aproveitar esse presente que é Portugal", segundo informa a
Administração autonómica em nota de Imprensa.

nesse sentido, incentivou a Associação 'Além Guadiana' de Olivença a
trabalhar para
reivindicar o Português Oliventino que, segundo o próprio Presidente,
se está a deixar de utilizar na zona de Olivença pela "grande
influência" que exercem os meios de comunicação no intuito de fazer
com que o castelhano seja a língua dominante.
Ainda que se tenha mostrado convencido de que a Historia "nunca se
esquecerá" e que sempre se saberá qual foi a relação
de Olivença com Portugal, Vara
defendeu que se trabalhasse para que "ainda que a História não se vá esquecer,
não esqueçamos nunca os sentimentos, e devemos lutar para manter viva
a chama que levou os nossos antepassados a falar esta língua (o Português)".

«O PORTUGUÊS OLIVENTINO, BEM DE INTERESSE CULTURAL; UM CONVITE AO SEU
INCREMENTO E RECUPERAÇÃO»

Em consequência, perante a petição da Associação 'Além Guadiana' no sentido de
declarar o português oliventino como "Bem de Interesse Cultural", o presidente
da Junta incentivou a associação no sentido de que dê início a
diligências junto da Administração Regional.

Apenas fez um reparo, avisou que no será juiz e parte demasiado activa
por causa da sua vinculação pessoal
com Olivença, a sua terra natal. "Que se forme uma comissão específica
se assim o solicitar a Associação, que se elaborem os estudos e
levantamentos necessários, e que se estude o assunto no Conselho do
Governo, mas eu abster-me-ei porque não quero ser juiz e parte interveniente
neste assunto", declarou.

De igual modo, convidou a Associação a elaborar un plano de trabalho
para a recuperação do Português oliventino e a trabalhar para que a
geração actual de oliventinos de 45 anos "para cima" não seja a
última a falar este "dialecto".

http://www.ayuntamientodeolivenza.com/modulos/mod_noticias/pub/mostrar_noticia.php?id=397

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