Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

Ruas oliventinas em português! Será verdade? Será!

Olivenza recupera sus “ruas”

 

El ayuntamiento de Olivenza va a recuperar los antiguos nombres en portugués de las calles de la localidad. La iniciativa parte de la asociación cultural Além Guadiana, que hace un año presentó al ayuntamiento y a los distintos representantes políticos de Olivenza un proyecto detallado para la valorización de la toponimia oliventina, con unánime aceptación.

Na imagem, a RUA DA RALA.

 

 

Dicho proyecto contempla la adición de los antiguos nombres de sus calles a los actuales, manteniendo la misma tipología y estética en las placas. Se rescatan así las denominaciones de las “ruas” (calles), “becos” (callejas), calçadas (calzadas), etc. que configuran el extenso casco histórico que encierran sus murallas abaluartadas, con un total de 73 localizaciones. Todo ello se acompañará con un simbólico acto inaugural de las placas (el próximo 12 de junio) y con la edición de folletos turísticos bilingües.

 

La mayor parte de la toponimia urbana de Olivenza fue sustituida o modificada en la primera mitad del siglo XX, si bien algunos de los nombres siguen siendo utilizados por la población a pesar de las alteraciones, como en los casos de la calle de la Rala, la de la Piedra, la Carrera, etc.

 

Los antiguos nombres de las “ruas” nos hablan del pasado portugués de la “Vila”, como popularmente se conoce a la ciudad, desvelando aspectos diversos, a menudo desconocidos, de su historia. Éstos se remontan a siglos atrás, muchos de ellos a la Edad Media, aludiendo a personas ilustres de la Historia, a antiguos gremios de artesanos, a santos objeto de la devoción popular o a la fisonomía de las calles, entre otros aspectos. La “rua das Atafonas”, la “Calçada Velha”, el “Terreiro Salgado” y el “beco de João da Gama” son algunos ejemplo de ello.

 

Con esta iniciativa se pretende, en definitiva, poner en valor un interesante componente de la rica herencia cultural oliventina, la toponimia, contribuyendo a atestiguar la historia compartida de este municipio y a hacerla visible en cada rincón intramuros. Los nombres ancestrales de sus espacios públicos conforman una ventana que invita a asomarse y a explorar en la apasionante historia de Olivenza. Expresados en su originaria lengua portuguesa, constituyen el vivo testimonio de una ciudad donde se respiran dos culturas, y son un vehículo que anima a que los más jóvenes mantengan la lengua que aún hablan las personas mayores del municipio. Para la asociación Além Guadiana, se trata de una iniciativa con fines didácticos, culturales y turísticos, con la que se rescata para el presente una parte del pasado oliventino.

 

 

Olivença recupera as suas ruas

 

A Câmara Municipal de Olivença começou a recuperar os antigos nomes em português das ruas da localidade. A iniciativa parte da associação cultural Além Guadiana, que há um ano apresentou à Câmara e aos diferentes representantes políticos de Olivença um projeto pormenorizado para a valorização da toponímia oliventina, com unânime aceitação.

 

O projeto contempla a adição dos antigos nomes das ruas aos atuais, mantendo a mesma tipologia e estética nas placas. Assim, resgatam-se as denominações das ruas, dos becos, das calçadas, etc., que configuram o extenso casco histórico encerrado nas muralhas abaluartadas, com um total de 73 localizações. Tudo irá acompanhado de um simbólico ato inaugural e da edição de brochuras turísticas bilingues.

 

A maior parte da toponímia urbana de Olivença foi substituída ou modificada na primeira metade do século XX, embora alguns dos nomes continuem a ser utilizados pela população apesar das alterações, como nos casos da rua da Rala, da rua da Pedra, da Carreira, etc.

 

Os antigos nomes das ruas falam-nos do passado português da “Vila”, como popularmente é conhecida a cidade, desvelando aspetos diversos, amiúde desconhecidos, da sua história. Estes remontam a séculos atrás, muitos deles à Idade Média, aludindo a pessoas ilustres da História, a antigos grémios de artesãos, a santos objeto da devoção popular ou à fisionomia das ruas, entre outros aspetos. A rua das Atafonas, a Calçada Velha, o Terreiro Salgado e o beco de João da Gama” são alguns exemplos.

 

Com esta iniciativa pretende-se, enfim, realçar um interessante componente da rica herança cultural oliventina, a toponímia, contribuindo para testemunhar a história partilhada deste concelho e para a tornar visível em cada recanto intramuros. Os nomes ancestrais dos espaços públicos conformam uma janela que convida a assomar-se e a explorar a apaixonante história de Olivença. Expressados na sua originária língua portuguesa, constituem o testemunho vivo de uma cidade onde se respiram duas culturas e são um veículo que encoraja os mais novos a manter a língua que ainda falam as pessoas mais velhas do município. Para a associação Além Guadiana, trata-se de uma iniciativa com fins didáticos, culturais e turísticos, com a qual se resgata para o presente uma parte do passado oliventino.

 

 

ECOS:

 


http://www.europapress.es/extremadura/noticia-localidad-olivenza-badajoz-recuperara-nombre-calles-portugues-20100527172016.html

 

http://www.hoy.es/20100527/local/prov-badajoz/olivenza-recuperara-nombres-portugueses-201005271747.html

http://www.hoy.es/v/20100528/badajoz/olivenza-rescatara-nombre-portugues-20100528.html

 

http://www.elperiodicoextremadura.com/noticias/noticia.asp?pkid=512895

 

http://www.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=398877

 


http://www.adn.es/politica/20100527/NWS-1296-Olivenza-portugueses-recuperara-nombres-plazas.html

 

http://www.que.es/badajoz/201005280003-olivenza-rescatara-nombre-portugues-calles.html


http://www.20minutos.es/noticia/719889/0/

IMAGEM: http://www.20minutos.es/imagen/1085513/

 

http://www.noticias.com/olivenza-badajoz-recuperara-los-nombres-portugueses-de-sus-calles-y-plazas.373515

 

http://noticias.lainformacion.com/politica/olivenza-badajoz-recuperara-los-nombres-portugueses-de-sus-calles-y-plazas_A1s7THD6PhNWpzZ3SiiqB/

KARAMELOO NOTICIAS ESPAÑA

http://news-es.karameloo.com/actualidad/politica/olivenza-badajoz-recuperara-los-nombres-portugueses-de-sus-calles-y-plazas.html

 

http://pglingua.org/index.php?option=com_content&view=article&id=2453:olivenca-recupera-as-suas-ruas&catid=9:canal-aberto&Itemid=75

 

NOTÍCIA COMENTADA:

Comunicados

«Olivença do Alentejo em prol da matriz cultural portuguesa»

«Enquanto em Valença do Minho, de modo menos feliz, ainda há pouco se exibiram bandeiras espanholas, em Olivença do Alentejo multiplicam-se esforços em prol da matriz cultural portuguesa.»

«Vale a pena saber-se que «a Câmara Municipal de Olivença começou a recuperar os antigos nomes em português das ruas da localidade. A iniciativa parte da associação cultural Além Guadiana, que há um ano apresentou à Câmara e aos diferentes representantes políticos de Olivença um projecto pormenorizado para a valorização da toponímia oliventina, com unânime aceitação.

O projecto contempla a adição dos antigos nomes das ruas aos actuais, mantendo a mesma tipologia e estética nas placas. Assim, resgatam-se as denominações das ruas, dos becos, das calçadas, etc., que configuram o extenso casco histórico encerrado nas muralhas abaluartadas, com um total de 73 localizações.

Tudo irá acompanhado de um simbólico acto inaugural e da edição de brochuras turísticas bilingues. A maior parte da toponímia urbana de Olivença foi substituída ou modificada na primeira metade do século XX, embora alguns dos nomes continuem a ser utilizados pela população apesar das alterações, como nos casos da rua da Rala, da rua da Pedra, da Carreira, etc.

Os antigos nomes das ruas falam-nos do passado português da "Vila", como popularmente é conhecida a cidade, desvelando aspectos diversos, amiúde desconhecidos, da sua história. Estes remontam a séculos atrás, muitos deles à Idade Média, aludindo a pessoas ilustres da História, a antigos grémios de artesãos, a santos objecto da devoção popular ou à fisionomia das ruas, entre outros aspectos.

A rua das Atafonas, a Calçada Velha, o Terreiro Salgado e o beco de João da Gama" são alguns exemplos.

Com esta iniciativa pretende-se, enfim, realçar um interessante componente da rica herança cultural oliventina, a toponímia, contribuindo para testemunhar a história partilhada deste concelho e para a tornar visível em cada recanto intramuros.

Os nomes ancestrais dos espaços públicos conformam uma janela que convida a assomar-se e a explorar a apaixonante história de Olivença. Expressados na sua originária língua portuguesa, constituem o testemunho vivo de uma cidade onde se respiram duas culturas e são um veículo que encoraja os mais novos a manter a língua que ainda falam as pessoas mais velhas do município.

Para a associação Além Guadiana, trata-se de uma iniciativa com fins didáticos, culturais e turísticos, com a qual se resgata para o presente uma parte do passado oliventino».

Sim, como disse o poeta, "tudo vale a pena se a alma não é pequena".»

 

FONTE: http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=26886&catogory=Comunicados

 

http://www.portalalentejano.com/?p=16268

 

http://www.ayuntamientodeolivenza.com/modulos/mod_noticias/pub/mostrar_noticia.php?id=595

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sentimo-nos: Oliventinamente!
Música: Saias oliventinas!
Publicado por AG às 14:40
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Comentário(s):
De Bernardo Pereira a 27 de Maio de 2010 às 18:37
Muito bom! O Além Guadiana está a promover boas obras em prol desta maravilhosa terra alentejana!
De Fernando a 29 de Maio de 2010 às 07:30
Altamente! Mas, as crianças de Olivença não têm aulas de português nas escolas? Aqui na América do Sul, no Uruguai, é obrigatório que tenha aulas de língua portuguesa a partir do 6º ano. (O Uruguai já pertenceu ao Brasil, mas isso faz muito tempo).
Ah, desculpe, agora vi que o português é opcional nas escolas oliventinas, mas deveria tornar-se obrigatório!



Saudações de Vitória (ES) - Brasil
De Monica a 29 de Maio de 2010 às 08:16
Parece increíble que algo Nuestra rescate llevando la cultura, por desgracia que le Creo El portuñol Quedán Generaciones de charcos en Decir que una madre Nuestros sacerdotes en diccionario, y con mucho gusto decir adiós. La verdad, es la pluma una, forma parte de Nuestra idiosincracia, es Nuestra Identidad de Seña. Desde Los colegios de no se ha promovido lo suficiente, ni en Nuestras familias Siquiera a raíz de los acontecimientos históricos del Siglo Pasado. ¿ESA HACER algo Podres y Vivir para recuperar parte de Nuestra historia? ¿No lo se ...?
De AG a 29 de Maio de 2010 às 09:39
Por favor, escriban comentarios en alguna lengua humana. Gracias.
De Estudo Geral a 29 de Maio de 2010 às 16:50
Depois de tomarmos conhecimento através do Grupo Diálogos Lusófonos, este texto foi publicado no "Estudo Geral", http://luis-eg.blogspot.com . Se acaso acharem que é inoportuno da nossa parte a sua publicação, basta dizerem que o texto será imediatamente retirado.

LS
De AG a 29 de Maio de 2010 às 23:54
É oportuno. Obrigado.
De Anónimo a 30 de Maio de 2010 às 21:05
Só agora tomo conhecimento.
Estive na madrugada passada em Olivença visitando a vila que dormia, como por vezes faço. Não imaginava que estava aprovado pelo Ayuntamento a recolocação da toponimia oliventina. De novo tenho lágrimas. Parabéns aos oliventino da Além Guadiana.
De Nossa Olivença a 31 de Maio de 2010 às 12:13
Divulgação ...deste espaço em Nossa Olivença ...facebook (parabéns pela iniciativa) http://www.facebook.com/profile.php?id=1678869158&ref=ts#!/profile.php?id=100000386179955

De AG a 31 de Maio de 2010 às 15:22
É aqui: http :/ www.facebook.com /profile.php?id=100000386179955#!/profile.php?id=100000386179955&v=wall Obrigados.
De olivencalivre a 5 de Junho de 2010 às 16:03
OLIVENÇA (À MANEIRA DE FLORBELA ESPANCA)

Se ser poeta, dizia a poetisa Espanca,
é amar-te assim perdidamente,
então é isso, minha Princesa Branca
que me faz cantar-te eternamente!

A minha pouca arte não estanca
o que deveras sinto intensamente.
Por ti, a minha poesia, talvez manca,
nasce-me intensa e naturalmente.

Olivença, por ti tenho feito poemas
sem o génio da calipolense imortal,
mas, mesmo assim, imitando diademas.

São aquilo que sinto. É Portugal
que deseja quebrar-te as algemas
e voltar a ter-te, livre e total...

Carlos Eduardo da Cruz Luna
Estremoz, 30 de Março de 2010

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