Segunda-feira, 7 de Junho de 2010

Lusofonias (II) e ecos na imprensa

Nascem as “Lusofonias” em Olivença

 

No próximo sábado, 12 de junho, levar-se-á a cabo em Olivença a primeira edição das “Lusofonias”, espaço dedicado à cultura do âmbito dos países de língua portuguesa. As “Lusofonias” nascem com a vocação de ser um ponto de encontro e difusão das mais diversas manifestações culturais das quais poder fruir, vitalizando as raízes portuguesas de Olivença e fomentando a aproximação a Portugal e aos países de herança lusa.

 

 

Organizado pela associação cultural “Além Guadiana” com a colaboração da Câmara Municipal de Olivença, a Aderco (Associação para o Desenvolvimento Rural da Comarca de Olivença) e a Junta da Estremadura, terá lugar no Passeio Grande (antigo Terreiro do Chão Salgado) e contará com atividades de teatro, música, literatura e animação de rua, entre outras, que se desenvolverão durante todo o dia e até a meia-noite. Paralelamente e ao longo de toda a jornada, haverá uma zona expositiva reservada a artesãos, à gastronomia e a instituições do espaço lusófono, bem como trabalhos ao vivo e animação por parte de agrupações musicais de Portel.

 

Às 10:30 h proceder-se-á à inauguração das “Lusofonías” e a um simbólico ato de apresentação das placas em português das ruas mais antigas da localidade, cujos nomes ancestrais acabam de ser recuperados, um ato que contará com a presença dos presidentes das Câmaras Municipais de Olivença e Tálega, Manuel Cayado e Inmaculada Bonilla, de representantes políticos locais e do presidente da Junta da Estremadura, Guillermo Fernández Vara. A seguir, os gigantes e cabeçudos dos “Gigabombos do Imaginário” animarão as ruas da cidade antes de passar a um dos atos mais importantes da jornada, a Leitura Pública Contínua em Português, na qual participarão oliventinos de todas as idades lendo ou recitando na língua de Camões. A manhã será encerrada com o folclore de La Encina de Olivenca e das Cantadeiras de Granja.

 

À tarde, às 17:30 h, será projetada no Espacio para la Creación Joven o filme O Leão da Estrela, e haverá atividades de animação nas ruas, e às 19:30 h. uma atuação dos alunos de português da escola pública Francisco Ortiz. As atividades continuarão com o conta-contos “Estória da Galinha e do Ovo” e, como encerramento, o concerto “O Canto dos Poetas”, ambos interpretados pela associação eborense “Do Imaginário”.

 

Criada há mais de dois anos para promover a cultura portuguesa em Olivença, nas suas aldeias e em Táliga, a associação Além Guadiana foi impulsionadora de diversas iniciativas no campo da língua, das tradições e, enfim, da cultura imaterial duma terra de rica história partilhada. Realizadas só dois dias depois do Dia de Camões em Portugal, as Lusofonias, que apresentam na sua imagem promocional referências a ícones como Amália Rodrigues, Fernando Pessoa e Vasco da Gama, pretende reivindicar que Olivença também pertence ao espaço cultural lusófono.

 

Nace “Lusofonías” en Olivenza

El próximo sábado, 12 de junio, se celebrará en Olivenza la primera edición de “Lusofonías”, espacio dedicado a la cultura del ámbito de los países de lengua portuguesa. “Lusofonías” nace con vocación de ser un lugar de encuentro, difusión y disfrute de las más diversas manifestaciones culturales, vitalizando las raíces portuguesas de Olivenza y fomentando el acercamiento a Portugal y los países de herencia lusa.

 

Organizado por la asociación cultural “Além Guadiana” con la colaboración del Excmo. Ayuntamiento de Olivenza, Aderco y la Junta de Extremadura, tendrá lugar en el Paseo Grande (antiguo Terreiro do Chão Salgado) y contará con actividades de teatro, música, literatura y animación de calle, entre otras, que se desarrollarán durante todo el día y hasta la media noche. Paralelamente y a lo largo de toda la jornada, habrá una zona expositiva enfocada a artesanos, a la gastronomía y a instituciones del espacio lusófono, así como trabajos en vivo y animación por parte de agrupaciones musicales de Portel.

 

A las 10:30 horas se procederá a la inauguración de “Lusofonías” y a un simbólico acto de presentación de los rótulos en portugués de las antiguas “ruas” de la localidad, cuyos nombres ancestrales acaban de ser recuperados, un acto que contará con la presencia de los alcaldes de Olivenza y Táliga, Manuel Cayado e Inmaculada Bonilla, de representantes políticos locales y del presidente de la Junta de Extremadura, Guillermo Fernández Vara. Tras ello, los gigantes y cabezudos de “Gigabombos do Imaginário” animarán las calles de la ciudad antes de dar paso a uno de los actos más importantes de la jornada, la Lectura Pública Continuada en Portugués, en la que participarán oliventinos de todas las edades leyendo o recitando en la lengua de Camões. La mañana se cerrará con el folclore de La Encina de Olivenza y de las Cantadeiras de Granja.

 

Por la tarde, a las 17:30 h, se proyectará en el Espacio para la Creación Joven el filme O Leão da Estrela, y habrá actividades de animación por las calles, y a las 19:30 h. una actuación de los alumnos de portugués del colegio público Francisco Ortiz. Continuarán las actividades con el cuentacuentos “Estória da Galinha e do Ovo” y, como cierre, el concierto “O Canto dos Poetas”, ambos interpretados por la asociación eborense “Do Imaginário”.

 

Creada hace más de dos años para promover la cultura portuguesa en Olivenza, en sus aldeas y en Táliga, la asociación Além Guadiana ha sido impulsora de diversas iniciativas en el campo de la lengua, de las tradiciones y, en definitiva, de la cultura inmaterial de una tierra de rica historia compartida. Celebrada sólo dos días después del Día de Camões en Portugal, “Lusosonías”, que presenta en su imagen promocional referencias a iconos como Amália Rodrigues, Fernando Pessoa y Vasco da Gama, pretende reivindicar que Olivenza también pertenece al espacio cultural lusófono.

 

 

LUSOFONIAS (LUSOFONÍAS)

Olivenza, 12 de junio de 2010

Lugar: Paseo Grande (Antigo Terreiro Salgado)

11:00 h. Inauguración de Lusofonías

11:15 h. Inauguración de las Calles de Olivenza/Ruas de Olivença

11:30 h. Desfile de Gigabombos do Imaginário

12:30 h. Lectura pública continuada en portugués

13:30 h. Actuación de grupo folklórico portugués y Los Chaparritos de La Encina

17:30 h. Proyección del filme O Leão da Estrela (Lugar: Centro Joven)

19:30 h. Desfile de Gigabombos do Imaginário

20:00 h. Actuación de alumnos de portugués de la escuela “Francisco Ortiz”

20:30 h. Cuentacuentos “Contos dos Quatro Cantos”

22:30 h. Recital “O Canto dos Poetas”

11:00 h-24:00 h. Exposición permanente de artesanía y gastronomía

 

LUSOFONIAS (LUSOFONÍAS)

Olivença, 12 de junho de 2010

Lugar: Passeio Grande (antigo Terreiro Salgado)

11:00 h. Inauguração das Lusofonias

11:15 h. Inauguração das Calles de Olivenza / Ruas de Olivença

11:30 h. Desfile de Gigabombos do Imaginário

12:30 h. Leitura pública contínua em português

13:30 h. Atuação de um rancho folclórico português e de Los Chaparritos de La Encina

17:30 h. Projeção do filme O Leão da Estrela (Lugar: Centro Joven)

19:30 h. Desfile de Gigabombos do Imaginário

20:00 h. Atuação de alunos de português da escola “Francisco Ortiz”

20:30 h. Conta-contos “Contos dos Quatro Cantos”

22:30 h. Recital “O Canto dos Poetas”

11:00 h – 24:00 h. Exposição permanente de artesanato e gastronomia

 

 

ECOS:

7 de junho de 2010.

http://www.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=411612

 

| Criado por MA

Olivença, sem ambiguidade, pugna pela sua integração na Lusofonia

Nota de imprensa:

olivenca Olivença, sem ambiguidade, pugna pela sua integração na Lusofonia.

É assim que, no próximo sábado, 12 de junho, levar-se-á a cabo em Olivença a primeira edição das “Lusofonias”, espaço dedicado à cultura do âmbito dos países de língua portuguesa. [...]
http://www.portalalentejano.com/?p=16582

 

´LUSOFONIAS´.

Olivenza dedica un día a la cultura portuguesa

08/06/2010 EFE

Edición impresa en PDF
Esta noticia pertenece a la edición en papel. Ver archivo (pdf)
La localidad pacense de Olivenza celebrará el próximo sábado, 12 de junio, la primera edición de Lusofonías, un espacio dedicado a la cultura de los países de lengua portuguesa que pretende, además, ensalzar las raíces portuguesas de este municipio y fomentar el acercamiento al país vecino. Organizado por la asociación cultural Além Guadiana, el programa que incluye teatro, música, literatura y animación de calle.
  • comentarios
  • http://www.pglingua.org/index.php?option=com_content&view=article&id=2495:nasce-as-qlusofoniasq-em-olivenca&catid=4:eventos&Itemid=72

     

    Notícias

    Integração de Olivença na Lusofonia

    06/08/2010 17:25 Fonte: Pravda.ru
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    Olivença, sem ambiguidade, pugna pela sua integração na Lusofonia. [...]

    http://port.pravda.ru/news/cplp/08-06-2010/29809-olivenca-0

     

     

    HOJE LUSOFONIAoje

    Lusofonias 2010 em Olivença

    Colocado por paralaxe em Jun 8th, 2010 na(s) categoria(s) Eventos, Fotos, Videos.

    Olivença, sem ambiguidade, pugna pela sua integração na Lusofonia. [...]

    http://www.hojelusofonia.com/lusofonias-2010-em-olivenca/

     

    Noticias
    Notas de Prensa
    Olivenza dedica el día 12 a la cultura portuguesa con "Lusofonías"

    Olivenza celebrará el próximo sábado, 12 de junio, la primera edición de "Lusofonías", una espacio dedicado a la cultura de los países de lengua portuguesa que pretende, además, ensalzar las raíces portuguesas de este municipio y fomentar el acercamiento al país vecino. [...]

    (10 de junho de 2010, o comunicado, mas como carta)
    Sentimo-nos: Lusófonos
    Música: Lusófona
    Publicado por AG às 10:50
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    Comentário(s):
    De Ana Isabel Buescu a 10 de Junho de 2010 às 14:39
    Envio algumas informações que, se se der ao trabalho, o farão perceber como é complexa uma questão que o senhor acha que é simples. Não sou contra o “Acordo” Ortográfico “porque sim”, mas porque, desde que começou, nos anos 90, essa ideia peregrina, muitos linguistas demonstraram o seu absurdo que, a consumar-se, levará não à unificação ortográfica mas ao caos ortográfico. Analisando o que eles escreveram, percebi da coerência e validade das suas razões. Por isso, sou A FAVOR DA LÍNGUA PORTUGUESA ,mas contra o “Acordo” Ortográfico de apenas alguns.

    O texto do AO de 1990 é um documento que, até na forma, indicia o descuido e a pouca seriedade científica com que foi feito. Pena é que hoje como nessa altura, os maiores linguistas, unânimes na crítica aos aspectos científicos e ao perfil do acordo, não tenham sido ouvidos. E assim, a questão ortográfica , umaquestão eminentemente cultural, patrimonial e linguística, foi erradamente acantonada numa questão política. O Acordo Ortográfico foi, em primeiro lugar, uma decisão política, elaborado por uma escassíssima minoria de gente com certos interesses.

    Em segundo lugar, o chamado Acordo foi concebido sem terem sido consultados escritores, cientistas, historiadores, organizações de criação cultural e de investigação científica. E o produto final padece de graves deficiências que os especialistas denunciaram, sem serem ouvidos. E aqui, um pouco de humildade é precisa. Não sendo linguista, fui sensível à argumentação da esmagadora maioria dos linguistas e historiadores da língua que, em pareceres e depoimentos produzidos desde 1990, evidenciaram os aspectos mais negativos do Acordo tal como foi elaborado.

    É preciso talvez notar, para desfazer um equívoco de que alguns se serviram, de que rejeitar este Acordo não é colocar de parte a possibilidade da existência de reformas ortográficas. Como afirma o Prof. João Andrade Peres, doutor em Linguística Portuguesa e Professor Catedrático de Linguística Geral e Românica da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, “nada tenho a opor a reformas ortográficas que visem a simplicidade, a clareza e o carácter sistémico da escrita”, e até agradece à reforma republicana de 1911 o ter desembaraçado a língua portuguesa de muita "tralha" de que ela não precisava. Mas o ponto é que o AO, tal como existe e foi aprovado, ainda segundo o mesmo professor, não obedece ao critério da simplicidade e da clareza da escrita, introduz a "turbulência" com o carácter aleatório das "grafias facultativas", integra uma opção de acentuação dificilmente explicável, e sanciona soluções contestáveis quanto às consoantes dias "mudas".

    E, se olharmos à nossa volta, alguém tem problema, no mundo anglo-saxónico, em comunicar havendo a dualidade ortográfica entre o inglês europeu e o imglês americano? Alguém, quer nos EUA quer na Inglaterra, alguma vez pensou em semelhante questão? E no nosso caso, alguém deixa de comunicar, entre portugueses e brasileiros, por causa da ortografia? - aliás, é outro dos pontos paradoxais do AO: batalha-se pela pretensa unificação - como se as línguas fossem só ortografia: colocar, lado a lado, qualquer tradução de qualquer texto, científico, técnico ou literário para português de Portugal ou para português do Brasil é ver, de forma flagrante que a diversidade se mantém: são línguas vivas, que evoluem - e que não podem ser espartilhadas por um "pseudo-acordo" ortográfico que só os políticos e, por detrás deles, grandes empresa de comunicação pretendem instituir. Não sejamos ingénuos, não é uma questão de "patrioteirismo ou tacanhez de espírito, como agora dá jeito a muita gente insinuar, nos bastidores, há grandes movimentações com interesses económicos, informáticos e editoriais , para que haja apenas uma só ortografia Pessoalmente, gosto mais de estar do lado do David, do que de um Golias feio e interesseiro. São maneiras de ser.

    Finalmente, permito-me enviar-lhe este endereço, onde encontrará um Blog com toda a documentação científica, desde 1990, sobre este processo. Formular opiniões e tomar decisões sobre o uso da língua não pode ser um acto leviano; é um acto de cidadania, de seriedade e de inteligência.

    http://www.ipetitions.com/petition/manifestolinguaportuguesa


    Cumprimentos
    Ana Isabel Buescu
    De AG a 10 de Junho de 2010 às 14:55
    Este blogue não é o lugar para discutir o acordo. Eu penso que a unificação é boa e que o caos anterior não. Imagine: eu compro um livro brasileiro em Portugal e vem "traduzido" para o português de Portugal! Isso não acontece com o espanhol, nem com o francês, nem com nenhuma língua internacional. Há opiniões contrárias, claro, mas o tempo fará esquecer tanto bairrismo, como já aconteceu com outras reformas e acordos. Até o galego reintegrado já se escreve segundo o acordo. Obrigado.
    Manuel Sánchez

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