Sábado, 27 de Setembro de 2014

Fado batido (Olivença)

Ó Vila Real dos coxos, / alegre,

São Bento dos aleijados,

São Domingos dos bons moços,

São Jorge dos mal talhados.

 

Fado batido recolhido pelo GIFO (Grupo de Investigação do Folclore Oliventino), foi cantado e bailado pelo grupo de danças tradicionais "La Badana" (já desaparecido). Parece ser a origem do chamado "fandango oliventino".

Esta noite choveu neve
no gargalo do meu poço,
todas as rosas abriram
menos o meu / teu cravo roxo.
 
Cantigas são pataratas,
às vezes leva-as o vento, / são vozes que leva o vento,
quem se fia de cantigas
é falto de entendimento.
 
 

 

Apesar do que aí se diz (no primeiro vídeo do youtube), não é "jota", mas fado batido.
 

 

Versão dos Acetre ("Fado das aldeias").
 
Sentimo-nos: batido
Música: batida
Publicado por AG às 11:46
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Comentário(s):
De olivencalivre a 27 de Setembro de 2014 às 18:41
OLIVENÇA NO SEXTA ÀS NOVE, RTP-!, 26-setembro-2014, COM A POSIçÂO OFICIAL DO ESTADO PORTUGUÊS (14 minutos)



http://www.rtp.pt/play/p1047/e166893/sexta-as-9-ii

De olivencalivre a 1 de Outubro de 2014 às 14:58

SONETO: NÓS, DESCENDENTES DE OLIVENTINOS///

Ter saudades do que não se conheceu/
é sentimento difícil d'explicar;/
mas, sabendo que algo podia ser seu,/
tal nasce, e não é fácil d'estacar!//

Amor pelo lugar onde tudo nasceu,/
eis o sentir que é difícil d'aplacar!/
Não se quer vingança p'lo que sucedeu,/
nem das culpas qu'haveria qu'assacar...//

Olivença, somos os teus trinetos/
que te deixaram mesmo sem desejar,/
mas que por ti 'inda sentem afetos!|//

'Inda sentimos ânsia de te beijar,/
e correm em nós, mesmo que discretos,/
pingos do teu sangue p'ra te versejar!///

Estremoz, 01 de outubro de 2014
Carlos Eduardo da Cruz Luna (TRINETO DUMA OLIVENTINA)
De olivencalivre a 2 de Outubro de 2014 às 17:45
EM 2 PARTES//PARTE 1)
(TRANSCRIÇÃO EM TEXTO SÓ DO ASSUNTO EM REFERÊNCIA/ SEXTA ÀS NOVE, 26-SETEMBRO-2014, RTP-1, )POSIÇÃO OFICIAL DE PORTUGAL (MNE) SOBRE OLIVENÇA

SEXTA ÀS NOVE, RTP-1, 26 de setembro de 2014, no início, e partir do minuto 36



UM TRABALHO DE:Rui Cardoso/Nuno Fernandes/Vanessa Brízido26 Set, 2014, 22:01


SANDRA FELGUEIRAS-ESTÚDIO RTP-1///INÍCIO//O referendo na Escócia reabriu a discussão sobre novas divisões na velha Europa. E a nós, recordou-nos que a luta pelo território não acontece apenas com os outros. Afinal, temos 63 quilómetros de fronteira que não reconhecemos há mais de 200 anos. A história que se segue é um dos segredos mais bem-guardados até hoje. Os municipios de Elvas e Alandroal estão dispensados pelo próprio Governo de realizar a aferiçao de fronteira que é obrigatória - ou não houvesse um conflito latente com Espanha, em torno da cidade de Olivença.///

Fala-se da política de colocação de marcos. Muitas fotografia e filmagens locais. Fala-se de Chaves, da colocação/verificação/reparação conjunta de entre autoridades portuguesas e espanholas, feita ANUALMENTE. Diz-se que há 5231 marcos em 2013, ao longo de 1300 Quilómetros, 963 principais e os outros de pequena importância. Mas, a partir do minuto 40:58, o jornalista Sérgio Vicente, com a Ponte da Ajuda em pano de fundo, diz:

SÉRGIO VICENTE(jornalista):-«..só que pelo meio há uma faixa de 36 Quilómetros sem qualquer referência à linha de fronteira. o (programa) "Sexta às Nove" quis saber a razão. Viajámos de novo, desta vez ruma ao Alentejo. Estamos a atravessar a Nova Ponte da Ajuda, uma ponte que quando foi construída gerou polémica. Tudo porque une Portugal e Espanha, mas num local onde Portugal não reconhece esta como a "sua" fronteira. Estamos no Concelho de Elvas, um dos dois que estão dispensados na raia de fazer a aferição da linha dos marcos de fronteira. E a razão... é (a) de Olivença.

MARIA MANUELA FALCÃO(Ministério dos Negócios Estrangeiros, Lisboa, CILCH [?])- É uma zona, portanto, que ainda não está delimitada, e que, segundo a Constituição da República Portuguesa...refere que Portugal é constituído pelos territórios historicamente definidos no continente europeu e pelo arquipélago... os arquipélagos dos Açores e da Madeira. Portanto, nós não reconhecemos a soberania territorial de Espanha sobre esse pedaço de linha de fronteira.

SÉRGIO VICENTE (Jornalista// Mapas ao fundo). Em 1864, o Tratado dos Limites assinado entre Portugal e Espanha delimitou a fronteira desde a foz do Minho até ao Caia. Em 1926, um Convénio veio oficializar os limites, não a partir do Caia, mas só a partir da Ribeira de Cuncos até à foz do Guadiana. Tudo para fugir à questão que ainda hoje se mantém por resolver.

Elvas e Alandroal estão dispensados da formalidade a que todos os concelhos raianos estão obrigados [NOTA À MARGEM DO QUE SE CITA: ANUALMENTE]

INÁCIO GERMANO (Vereador da câmara do Alandroal, em frente ao Guadiana, Juromenha)-Estamos no limite da Barragem do Alqueva, que termina ali um bocadinho mais acima, perto do Concelho de Elvas.

SÉRGIO VICENTE (jornalista)-Existe algum documento oficial que confirme que esta é... que este é o limite do Concelho?

INÁCIO GERMANO (Vereador da câmara do Alandroal, em frente ao Guadiana, Juromenha)-Temos as cartas militares, que passa pelo... no antigo eixo do Rio.

SÉRGIO VICENTE (Jornalista)-Mas nem mesmo as cartas militares têm esta delimitação de fronteira.

(MILITAR, no Instituto Geográfico de exército)-Ai nenhum dos Tratados que foi assinado, até hoje, entre Portugal e Espanha, previu a colocação de marcos nessa zona, de maneira que na carta militar não temos marcos nessa zona.

(CONTINUA)
De olivencalivre a 2 de Outubro de 2014 às 17:48
Em 2 partes//PARTE 2//CONCLUSÃO

(TRANSCRIÇÃO EM TEXTO SÓ DO ASSUNTO EM REFERÊNCIA/ SEXTA ÀS NOVE, 26-SETEMBRO-2014, RTP-1, )POSIÇÃO OFICIAL DE PORTUGAL (MNE) SOBRE OLIVENÇA

SEXTA ÀS NOVE, RTP-1, 26 de setembro de 2014, no início, e partir do minuto 36

(CONTINUAÇÃO)
SÉRGIO VICENTE, jornalista)-De facto, são as próprias autarquias a reconhecer este vazio. Em Elvas, em 2002, uma troca de correspondência entre município e Comissão de Limites [Ministério dos Negócios Estrangeiros] confirma: [vê-se a carta]..."não nos encontramos em condição de lavrar a acta do reconhecimento de fronteiras, já que continua indefinida a posição de fronteira no que diz respeito a Olivença.". A Comissão respondeu [vê-se outra carta] ..."relativamente à parte da fronteira que vai da confluência do Caia com o Guadiana até ao Rio Cuncos, não haverá lugar à elaboração de Actas de reconhecimento de fronteira entre as respectivas localidades limítrofes de Elvas..."

Esta é a a Acta assinada em Agosto pelo município de Barrancos e os vizinhos espanhõis [aos 44 minutos do programa)...

(fala-se, e veeem-se imagens, de Barrancos, Pomarão, Mértola, etc.; aos 46:59 minutos do programa, volta-se a Olivença)

SÉRGIO VICENTE, jornalista).-... todos sabem que o «Dossiê Olivença se mantém em aberto.

RUI LOPES ALEIXO (Embaixador, Presidente do CILBH, Ministério dos Negócios Estrangeiros)-Há uma regra diplomática, designadamente em termos de negociações de fronteiras, (é que) aquilo que não se pode resolver não se aborda.

SÉRGIO VICENTE (jornalista)-E é assim que se tem feito...

RUI LOPES ALEIXO (Embaixador, Presidente do CILBH, Ministério dos Negócios Estrangeiros)-É assim que se tem feito em benefício das relações entre os dois países e das relações da vida na fronteira. Eu acho que nada impede que se resolva, mas como é que se poderia resolver (?), (eu) acho que a questão é "Como resolver?", e não uma vontade política de resolver o assunto. Por isso é que normalmente é preferível não falar, quer dizer, não levantar o assunto; mas, quando eu digo isto, NÃO QUER DIZER QUE PORTUGAL TENHA PRESCINDIDO DOS SEUS DIREITOS, RECONHECIDO(S) ALIÁS PELA ESPANHA, COMO SABE, EM 1817...DOS SEUS DIREITOS SOBRE O TERRITÓRIO DE OLIVENÇA. PORTUGAL NÃO PRESCINDE DESSE DIREITO, NÃO PRESCINDE DE REIVINDICAR ESSE DIREITO.

SÉRGIO VICENTE (jornalista)-Em causa está um território com mais de 700 Quilómetros quadrados [NOTA À MARGEM: ERRO COMUM MESMO NALGUMAS ENCICLOPÉDIAS: são 454,6 Km.2], equivalente à área dos Concelhos de Lisboa, Loures, Oeiras, Amadora e Cascais. O "Dossiê Olivença" NÃO ESTÁ ENCERRADO; a falta de marcos de fronteira é a PROVA DISSO!»(48:30 de programa, logo encerrado, do Estúdio, pela jornalista SANDRA FELGUEIRAS.





http://www.rtp.pt/play/p1047/e166893/sexta-as-9-ii
De olivencalivre a 2 de Novembro de 2014 às 13:34
SONETO; OLIVENÇA DE RAIOS CRISTALINOS///

Eras criança, foste pequenina,/
cresceste com campos lavrados,/
Princesa, Rainha, ou só menina,/
linda mulher em tempos conturbados.//

Por ti andando, e em cada esquina,/
percebemos gestos de amor eivados,/
que determinaram a tua sina/
de terra de poetas extasiados!//

Olivença, tudo em ti nos parece/
desenhado por poderes divinos/
cujo entrançado nos eternece!//

Entrando em ti, como peregrinos,//
recebemos a incrível benesse/
dos teus raios de luz cristalinos!///

Estremoz, 2 de novembro de 2014
Carlos Eduardo da Cruz Luna

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