Segunda-feira, 20 de Julho de 2015

Mais 58 nacionalidades (19.VII.2015)

El diputado luso Ribeiro e Castro asiste a la entrega de 58 nuevas nacionalidades

 NOTICIA DE EVA M. NEVADO 19/07/2015

Con estas nuevas concesiones son ya más de 200 personas las que cuentan en la localidad y Táliga con nacionalidad española y portuguesa.

El diputado Ribeiro e Castro hace entrega del documento de concesión de nacionalidad a una oliventina. E.M.N.

El acto de entrega de 58 nuevas concesiones de nacionalidad portuguesa a oliventinos y oliventinas contó ayer con la presencia del diputado portugués José Ribeiro e Castro, artífice junto a la asociación Além Guadiana de las especiales condiciones en las que las personas nacidas en Olivenza pueden solicitar la nacionalidad portuguesa.

Durante el acto de entrega de los documentos que acreditan la concesión de nacionalidad, el presidente de la asociación de fomento de la lengua y cultura portuguesa Além Guadiana, Joaquín Fuentes, recordó que con esta nueva entrega son ya más de 200 las personas de la localidad que cuentan con la doble nacionalidad y anunció que para finales de año se podrían alcanzar las 500.

Agradeciendo la colaboración del diputado José Ribeiro e Castro en todo el proceso, Fuentes hizo un repaso por los motivos que han llevado a solicitar a los vecinos y vecinas de la localidad la nacionalidad lusa. «Para muchas personas pesa el valor afectivo, para otras el aspecto cultural y entre las más jóvenes predomina el valor práctico por las posibilidades que abre en el mundo lusófono», explicó.

El presidente de Além Guadiana insistió en la necesidad de dotar de contenido el documento que se recibe, con un acercamiento cada vez mayor a la lengua y cultura del país vecino que también lo son de la historia de Olivenza. Fuentes señaló que confía en que gracias al interés de la ciudadanía llegue un momento en que la biculturalidad «sea algo real».

El político Ribeiro e Castro, calificado por Eduardo Naharro-Macías, miembro de Além Guadiana, como «capitán de este barco al otro lado de La Raya», mostró su satisfacción por poder estar presente en este acto y en Olivenza, «cuya cultura singular me apasiona».

El diputado, que la pasada semana dedicó su discurso de despedida de la Asamblea de la República a 'Os portugueses de Olivença' y en el mes de abril participó en la localidad en Lusofonías 2015, alabó el trabajo llevado a cabo desde Além Guadiana y explicó que progresivamente se van solucionando los detalles que retrasan la obtención del cartão de cidadão, equivalente al DNI español.

Ribeiro explicó que la concesión de nacionalidad portuguesa a la ciudadanía oliventina no ha supuesto ninguna modificación legal pero que se está retrasando la expedición del DNI portugués por pequeños detalles como la falta de un código administrativo para la localidad, que ya se ha creado.

El diputado anunció que en el mes de agosto mantendrá una reunión con la ministra de Justicia portuguesa para agilizar la entrega de los documentos a solicitar tras recibir la concesión de nacionalidad lusa.

Antes de proceder a la entrega de los documentos a los y las presentes en el Hotel Palacio Arteaga, Ribeiro e Castro expresó su amor por Olivenza y recordó que no hay ningún lugar en toda la Península Ibérica con la singularidad cultural de la localidad. Incidió además en que no se debe olvidar que la frontera entre los dos países «es una frontera que no divide, sino que une» y felicitó a quienes ayer recibían el documento que les acredita como ciudadanos y ciudadanas portuguesas.

http://www.hoyolivenza.es/actualidad/2015-07-19/diputado-luso-ribeiro-castro-asiste-2233.html

 

 

Publicado por AG às 12:13
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Comentário(s):
De olivencalivre a 31 de Julho de 2015 às 22:21
REVISTA «MAIS ALENTEJO», posta à venda em 31-JULHO-2015, "AGOSTO-2015" (ÚMA DAS DUAS REVISTAS DO ALENTEJO QUE EXISTEM; PUBLICAÇÃO TRIMESTRAL)
Página 102
«ALÉM GUADIANA»
JOSÉ RIBEIRO E CASTRO (fotografia de corpo inteiro)
jrcastro@sapo.pt

OLENTEJO, DE ODEMIRA A OLIVENÇA

Ao iniciar colaboração regular na Mais Alentejo, devo explicar a razão de ser do título da minha coluna:"Além Guadiana., Irei escrever de uma perspectiva alentejana do lado de cá do Guadiana, querendo juntar, agregar e unir com o lado de lá da nossa ilharga oriental.
Sim, eu sei que o Alentejo não está todo do lado de cá do Guadiana. Sabemos que o Norte Alentejano, de Elvas para cima, até Nisa, se vai afastando desse nosso braço que vira para Espanha, na Extremadura, por Badajoz e Mérida. Sabemos que há municípios alentejanos na margem esquerda, como Serpa, Moura e Barrancos, Mourão mais a Norte, meia Mértola a Sul. Mas há esse outro Alentejo, menos conhecido, semi-encoberto, o de Olivença e Táliga, onde foi fundada a "Além Guadiana" a que quero referir-me como par.

Há dias, contei-o na minha última intervenção na Assembleia da República: - "Foi há poucos anos que conheci uma Olivença diferente, através dos oliventinos. Ao tramitar uma petição, como Presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros, conheci a “Além-Guadiana”, associação de direito espanhol, que desde 2008, com visão e generosidade, desenvolve trabalho notável de revitalização da matriz portuguesa em Olivença e Táliga e promove um pujante ideal de biculturalidade. Tem-no feito com as autoridades regionais e municipais, que participam desta visão e a apoiam, dando-lhe expressão. Hoje, em Olivença, vê-se calçada portuguesa; e, na toponímia do belíssimo Centro Histórico, todas as praças, ruas e travessas, exibem o nome actual espanhol e, em impecável azulejo, o correspondente nome antigo português.
As raízes lusas são orgulho oliventino, que guarda admirável património monumental português, incluindo um precioso templo manuelino (a Igreja da Madalena), a Misericórdia (membro da nossa União), as muralhas e edifícios de referência, sinal de uma História rica que mergulha fundo na nossa expansão marítima, de Ceuta à Descoberta do Brasil. O trabalho da “Além-Guadiana” não tem paga possível. Expresso o reconhecimento a “Os Três Mosqueteiros” da biculturalidade e do bilinguismo, que, aqui, também são quatro: o Joaquin Fuentes Becerra, o Eduardo Machado, o José Antonio Gonzalez Carrillo (o escritor do grupo) e o D’Artagnan, que é mulher e artista, a Raquel Sandes Antunez.
Nada teria sido possível sem eles e sem aqueles que se lhes juntam.Esta Olivença, onde tenho ido dezenas de vezes e por que me apaixonei (“Olivença, meu amor”), é uma terra única, absolutamente singular: “a nossa pequena Alsácia”, como digo, na raia de Portugal e Espanha. São essa ambiguidade, essa dupla pertença, esses traços simultaneamente espanhóis e portugueses, que fazem Olivença diferente de tudo o resto e inconfundível – essa é a sua marca, o seu capital. No fundo, não é de estranhar que, olhando toda a História peninsular, pudesse haver, quanto a Portugal e Espanha, um lugar em que a fronteira não é fronteira, em que a fronteira não é uma linha tangente, mas linhas secantes dos dois, uma fronteira que, em vez de separar, abraça e reúne.
Há! Esse lugar é Olivença, a celebrar os quinhentos anos do Foral manuelino: uma terra também alentejana, como podemos perceber junto ao Guadiana, defronte de Juromenha, ou na aldeia de São Jorge da Lor, cujas dezenas de chaminés não enganam – olhando-as, ouvimos o sotaque do Cante."
Aquém Guadiana é a resposta do lado de cá: o abraço de irmãos e de amigos a outros irmãos e amigos que não nos esquecem. As minhas raízes são Odemira, minha casa, terra da minha mãe e minha avó. Sonho com o dia em que consigamos realizar, todos os anos, um Prémio Odemira Olivença, em ciclismo, ora num sentido, ora no outro, por Aljustrel, Beja, Reguengos, Alandroal, Borba e Elvas; 277 quilómetros simbólicos a selar a identidade, um sonho a realizar. Vamos a isso? (.)


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