Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2014

"Matriz" comentado por Rebelo de Sousa

"Temos um livro do espanhol mais português que existe, que é de Olivença, e que passa a vida a puxar por Portugal e pela presença portuguesa,

com texto em duas línguas sobre a igreja matriz de Olivença, José Antonio González Carrillo". M. R. de Sousa
Sentimo-nos: matrizes
Música: matriz
Publicado por AG às 18:15
Ligação da entrada | Comentem | Adicionem aos favoritos
|  O que é? | Partilhári
Comentário(s):
De olivencalivre a 13 de Fevereiro de 2014 às 13:51
SONETO: OUTRA VEZ OLIVENÇA

Olivença, outra vez Olivença,
para ti se volta a minha poesia,
porque tu és uma jóia imensa
que me encanta com a sua magia!

Repito rimas, pois é tão intensa
a paixão que me assola noite e dia,
que minha inspiração já só pensa
em dedicar-te poemas de alegria!

Terra encantada, tu foste nascida
para que sobre ti cantassem poetas
versos duma afeição sempre sentida...

A cada um de nós tu inquietas!
Por isso sai, 'inda que repetida,
mais uma loa com rimas concretas...

Estremoz, 13 de Fevereiro de 2014
Carlos Eduardo da Cruz Luna
De olivencalivre a 18 de Fevereiro de 2014 às 15:31

AS MUSAS E OLIVENÇA

As musas que aos poetas inspiram
belos temas em Arte consagrados,
em mim poderia dizer que conspiram
p'ra, Olivença, traduzir teus brados!

Haverá outros que por ti suspiram,
e não se ficam por ti maus trinados,
mas creio haver poucos que refiram
tanto teus dons e seus significados!

Muito bom gosto demonstram tais musas,
e soem fazer de mim o seu porta-voz
usando minhas palavras confusas...

Fica-ma apenas a dúvida atroz
de somente dar imagens difusas
do mundo que em ti criaram teus avós...

Estremoz, 18 de Fevereiro de 2014
Carlos Eduardo da Cruz Luna
De olivencalivre a 19 de Fevereiro de 2014 às 21:17
SONETO: DE OLIVENÇA,PARA A HUMANIDADE

Conceição, Madalena, ampla Matriz!
Três igrejas entre si diferentes
que partilham a mesma forte raiz
que serve dee união às suas gentes!

Olivença, nem sempre foste feliz,
mas sabemos de algo em que não mentes!
Impressionar sempre foi teu cariz,
e sublime tem de ser o que sentes!!

Cada pedra grita a impaciência
que tens de proclamar como verdade
algo em que finges não ter urgência!

É preciso é que a humanidade
conheça já toda a imponência
que nos surpreende nesta cidade

Estremoz, 19 de Fevereiro de 2014
Carlos Eduardo da Cruz Luna



SONETO: OLIVENÇA, O TEU SENTIR É UM MANTO

Longe, olhando-te, ninguém diria,
que além das muralhas de Dom Dinis
tens uma alma que não se esperaria
achar perdida na raia dum País.

Como obra-prima de joalharia
abres nos corações uma cicatriz
que não fecha mais, a não ser no dia
em que a ti se volta, e então sorris!

Tanta riqueza, em terra pequena,
enche-nos de assinalável espanto
tanta é a beleza do que nos acena!

Olivença, só tu podes ter tanto
porque o teu sentir, embora sereno,
tem espaço de sobra sob o seu manto!

Estremoz, 19 de Fevereiro de 2014
Carlos Eduardo da Cruz Luna

Comentem entrada

.Hora solar de Olivença

.Procurem neste blógui

 

.Que horas são?

Hora oficial:

.Contadôri


contador de visitas

.Entradas recentes

. Pastor (Ánchel Lois Salud...

. Português cristang ou cri...

. Dia de Portugal em Oliven...

. Línguas americanas na Amé...

. Volta a língua portuguesa...

. "Tinta verde" (Vitorino):...

. Mais ruas bilingues em 20...

. Olivença através dos livr...

. Valenciano de Múrcia (201...

. 600 oliventinos portugues...

.Arquivos

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

.Palavras-chave

. todas as tags

.Ligações

.Dicionário galego-português

Pesquisa no e-Estraviz

.Junho 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
12
13
14
15
17
18
19
20
21
22
24
25
26
27
28
29
30
blogs SAPO

.Participem

. Participem neste blógui

.Contadôri

.subscrever feeds