Terça-feira, 12 de Janeiro de 2016

Olivença, cidade de museus

Un proyecto museístico para revitalizar turismo, cultura, empleo y actividad comercial

  • ‘Olivenza, ciudad de museos’ es una propuesta presentada recientemente por la asociación Além Guadiana para la revitalización de la ciudad mediante un desarrollo museístico que ponga en valor acontecimientos, construcciones, personas y particularidades locales.

 
 

La Asociación para el fomento de la biculturalidad de Olivenza, Além Guadiana, ha presentado a Administración y agentes sociales el proyecto ‘Olivenza, ciudad de museos’, un propuesta con la que se busca no solo la puesta en valor de las particularidades lingüísticas, históricas y culturales de la localidad, sino también generar oportunidades de negocio y puestos de trabajo en torno a la amplia oferta turística que se puede crear.

El proyecto, «viable y coherente a medio y largo plazo», como señala el vicepresidente de Além Guadiana, Jose Antonio González Carrillo, «y en el que deben interactuar instituciones y voluntad popular» se extiende desde Olivenza a las pedanías e incluye el entorno de Puente Ajuda.

La propuesta está enfocada a que oliventinos y oliventinas conozcan la importancia de su localidad en determinados escenarios y a conseguir que el turista supere «la barrera psicológica de pasar la tarde o la mañana en la ciudad» al contar con una oferta museística y cultural tan amplia que requiera más tiempo.

Las dos apuestas más destacadas del proyecto, por la singularidad que las hace únicas en la Península Ibérica, asegura González Carrillo, son la creación de un Museo de los Descubrimientos y un Museo de la Lengua, cuya ubicación se propone que sea el antiguo Cuartel de Caballería.

Situar un Museo de los Descubrimientos en la localidad se justifica en la importancia de Olivenza como «eje de la expansión ultramarina tanto de España como de Portugal», recuerda el vicepresidente de Além Guadiana. Se suma además el hecho de que personajes esenciales en esa expansión como Arias Tinoco, Pedro Álvares Cabral o Fray Henrique de Coimbra están relacionados directa o indirectamente con la ciudad.

La existencia de un portugués oliventino y la coexistencia de las lenguas portuguesa y española son el punto de partida de un futuro Museo de la Lengua, en el que se reflejaría la importancia de ambos idiomas en la sociedad actual y los hechos históricos, como el Tratado de Tordesillas, que hicieron posible que las dos lenguas llegaran a medio mundo.

El desarrollo museístico propuesto por Além Guadiana plantea además la creación de un Museo de Arte Sacro, para poner en valor la Semana Santa oliventina; un museo abierto en las calles del entorno de la Iglesia de Santa María Magdalena o ampliar los servicios del Centro de Interpretación de Alqueva incluyendo otros espacios dedicados a los baluartes oliventinos o a la exposición de colecciones privadas.

Figuras destacadas

Forman parte del proyecto presentado museos o espacios de interpretación sobre el milagro del arroz o las figuras de Ventura Ledesma Abrantes, oliventino esencial para entender la Lisboa del siglo XX, y ‘Panasas’, artesano ceramista oliventino formado en Caldas da Rainha, cuya cerámica vidriada naturalista y de colores llamativos es única.

‘Olivenza, ciudad de museos’ incluye además propuestas tematizadas para las pedanías que se centrarían en las chimeneas de San Jorge de Alor, la importancia del Guadiana en la vida de Villarreal, San Rafael y San Francisco como zona de expansión ligada a la emigración y los regadíos, la importancia de San Benito como cuna del portugués oliventino y las pugnas fronterizas que en su entorno tuvieron lugar y la supervivencia de la cultura portuguesa en Santo Domingo de Guzmán.

Completan el proyecto un Centro de Interpretación de Puente Ajuda, en el que se propone trabajar junto con Elvas, y la recuperación de atalayas, murallas y fuentes de Olivenza, así como de hornacinas y elementos de arquitectura popular. Se plantea además peatonalizar la calle Lope de Vega, en la que se encuentra el foso del castillo, que junto con el museo abierto del entorno de la Magdalena, que llegaría hasta el Convento San Juan de Dios, y las zonas ya peatonalizadas crearían un eje que recorrería las propuestas localizadas en la ciudad.

http://olivenza.hoy.es/noticias/201601/11/proyecto-museistico-para-revitalizar-20160111173427.html

Publicado por AG às 20:42
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Comentário(s):
De olivencalivre a 13 de Janeiro de 2016 às 18:32
TRADUÇÂO HOY , 11 de JANEIRO de 2016


OLIVENÇA

Um projeto museológicoco para revitalizar o turismo, a cultura, o emprego e a atividade comercial

‘Olivença, cidade de museus’ é uma proposta apresentada recentemente pela Associação ALÈM GUADIANA para a revitalização da cidade, mediante um desenvolvimento museológico que valorize aos acontecimentos, as construções, as pessoas e as particularidades locais.





Eva María Nevado

@hoyolivenza
olivenza
11 janeiro 2016

A Associação para o fomento da biculturalidade de Olivença, ALÉM GUADIANA, apresentou à Administração e a agentes sociais locais o projeto «Olivença, cidade de museus», uma proposta com que visa, não só a valorização das particularidades linguísticas, históricas e culturais da localidade, como também gerar oportunidades de negócio e a criação de postos de trabalho em função da ampla oferta turística que se pode criar.

O projeto, «viável e coerente a médio e longo prazo», como refere o vice presidente da "Além Guadiana", Jose Antonio González Carrillo, «e em que devem interagir as instituições e a vontade popular» abrange Olivença e as suas aldeias e o território que se situa junto da Ponte da Ajuda.

A proposta gira em torno da ideia-chave de que os oliventinos e oliventinas conheçam a importância da sua localidade en determinados cenários (em contextos concretos), e ainda tem em vista que o turista supere «a barreira psicológica de passar (somente) a tarde ou as manhã na cuidade», passando a contar com uma oferta museológica e cultural tão ampla que necessite de mais tempo.

As duas apostas mais destacadas do projeto, pela criatividade/criatividade que as torna sem paralelo na Península Ibérica, assegura, González Carrillo, são a criação de um Museu dos Descobrimentos e de um Museu da Língua, cuja localização se propõe que seja no antigo Quartel de Cavalaria.

Situar um Museu dos Descobrimentos na localidade justifica-se pela importância de Olivença como «eixo da expansão ultramarina, tanto de Espanha co», recorda o vice presidente da "Além Guadiana". A tudo isto acresce o facto de que personagens essenciais nessa expansão como Aires Tinoco, Pedro Álvares Cabral, ou Frei Henrique de Coimbra, estarem ligados direta ou indiretamente à cidade.

A existência dum Português oliventino e a coexistência das línguas portuguesa e espanhola são o ponto de "partida" dum futuro Museu da Língua, em que se refletiria a importância de ambos os idiomas na sociedade atual e os factos (marcos) históricos, como o Tratado de Tordesilhas, que tornaram possível que as duas línguas chegassem a meio mundo.

O desenvolvimento museológico proposto pela "Além Guadiana" coloca como desejáveis a criação dum Museu de Arte Sacra, para valorizar/dar a conhecer a Semana Santa oliventina; um museu aberto nas ruas em redor da Igreja de Santa Maria Madalena; ou a ampliação dos serviços do Centro de Interpretação do Alqueva, incluindo outros espaços dedicados aos baluartes oliventinos ou à exposição de coleções privadas

FIGURAS DESTACADAS

Constituem parte do projeto apresentado museus ou espaços de interpretação sobre o "milagre do arroz", ou o estudo de figuras como Ventura Ledesma Abrantes (1883-1956), oliventino que se tornou indispensável para conhecer verdadeiramente Lisboa no século XX, e "Panasas/Panaças/Panassas", artesão ceramista oliventino formado nas Caldas da Rainha, e cuja cerâmica vidrada, naturalista e de cores berrantes é única.

"Olivença, cidade de Museus", incluiu ainda e também propostas temáticas para as aldeias (freguesias), principalmente em torno das Chaminés de São Jorge de Alor (Olor, Lor), a importância do Guadiana na vida de Vila Real, ainda São Rafael e São Francisco (aldeias novas) como zona de expansão ligada à emigração e aos regadios (década de 1950), o caso de São Bento da Contenda como "berço" do Português "oliventino", não esquecendo as discussões sobre traçado de fronteiras que tiveram lugar no território da mesma, e a sobrevivência da cultura portuguesa em São Domingos de Gusmão.

Completam o projeto um Centro de Interpretação da Ponte da Ajuda, em que se propõe levar a cabo iniciativas em conjunto com Elvas, e a recup
De olivencalivre a 13 de Janeiro de 2016 às 22:36
De olivencalivre a 8 de Fevereiro de 2016 às 13:22
Diário "PÚBLICO"/8-fevereiro-2016//CARTAS, página 42///CIDADE-MUSEU
O conceito não é novo. Transformar uma cidade com muitos monumentos numa cidade-museu. E, contudo, assume um aspeto distinto dos demais. Pela História que envolve. Pelas percalços que ao longo do tempo se sucederam. Pelo seu lado simbólico. E pelo facto de a totalidade dos monumentos locais serem portugueses.

Deste modo, em janeiro de 2016, a Associação cultural local "Além Guadiana", fundada em 2008, dá mais um passo no sentido da recuperação cultural, linguística e histórica da região de que é oriunda: propõe a transformação de Olivença em "Cidade-Museu", uma cidade aberta à cultura. Tudo isto culmina um processo que já conheceu alguns pontos altos, mesmo surpreendentes, como, por exemplo, a colocação dos antigos nomes portugueses em 74 ruas (2011), a organização de vários festivais de Lusofonia, um Congresso sobre o papel de Olivença nos Descobrimentos Portugueses, um plano para preservar o uso (e a aprendizagem contínua) do Português no território, e outras atividades... sem esquecer a aquisição de nacionalidade portuguesa por parte de centenas de oliventinos, em número crescente, desde dezembro de 2015. Sempre, note-se, sem abordar problemas de soberania.

Por tudo isto, esta ideia merece ser divulgada. A Cultura Portuguesa e a Lusofonia em geral assim o exigem.

Estremoz, 03 de fevereiro de 2016
Carlos Eduardo da Cruz Luna


De olivencalivre a 11 de Fevereiro de 2016 às 13:59
DIÁRIO DO SUL, 11 de fevereiro de 2016, página 2//"ALÉM GUADIANA" PROPÕE TRANSFORMAÇÃO DE OLIVENÇA EM "CIDADE-MUSEU"



"ALÉM GUADIANA" PROPÕE TRANSFORMAÇÃO DE OLIVENÇA EM "CIDADE-MUSEU"



A Associação "Além Guadiana" propôs a transformação de Olivença em "Cidade-Museu", através de um projeto que visa a revitalização da cidade.

A proposta foi feita no passado mês de janeiro às entidades locais desta localidade e o objetivo é valorizar aspetos culturais, linguísticos e históricos deste território que junta características portuguesas e espanholas.

A "Além Guadiana", uma associação que pretende promover a biculturalidade de Olivença, já desenvolveu vários projetos para preservar a vertente portuguesa existente em Olivença.

Entre eles, destaca-se a colocação de antigos nomes portugueses em ruas; festivais de Lusofonia; preservação, e aprendizagem, do Português no território ou a aquisição de nacionalidade portuguesa por parte de centenas de oliventinos.

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